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	<title>ComentÃ¡rios sobre: DOS JULGAMENTOS PRECIPITADOS</title>
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	<description>O primeiro blog de escritÃ³rio de Advocacia no Brasil</description>
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		<title>Por: Felix S. R. Neto</title>
		<link>http://www.castagnamaia.com.br/blog2/2009/08/dos-julgamentos-precipitados/comment-page-1/#comment-172</link>
		<dc:creator>Felix S. R. Neto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 12:21:00 +0000</pubDate>
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		<description>Voltei aos &quot;ComentÃ¡rios&quot; depois de ler o blog do Paulo Henrique Amorim. Soube que alÃ©m do marido da D.Lina ter sido ministro do FHC, sua filha Ã© sÃ³cia de Senadora do DEMO. Nisso tudo eu estava encasquetado que pra caracterizar a suspeiÃ§Ã£o,  faltava o MOTIVO.  Agora o que cogito Ã© sobre  com que inocÃªncia tambÃ©m concederam a essa moÃ§a o INSTRUMENTO e a OPORTUNIDADE. O ministro Mantega parece nÃ£o levar a um limite o disposto no art. 5Âº da ConstituiÃ§Ã£o.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Voltei aos &#8220;ComentÃ¡rios&#8221; depois de ler o blog do Paulo Henrique Amorim. Soube que alÃ©m do marido da D.Lina ter sido ministro do FHC, sua filha Ã© sÃ³cia de Senadora do DEMO. Nisso tudo eu estava encasquetado que pra caracterizar a suspeiÃ§Ã£o,  faltava o MOTIVO.  Agora o que cogito Ã© sobre  com que inocÃªncia tambÃ©m concederam a essa moÃ§a o INSTRUMENTO e a OPORTUNIDADE. O ministro Mantega parece nÃ£o levar a um limite o disposto no art. 5Âº da ConstituiÃ§Ã£o.</p>
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	<item>
		<title>Por: R.Jorge</title>
		<link>http://www.castagnamaia.com.br/blog2/2009/08/dos-julgamentos-precipitados/comment-page-1/#comment-169</link>
		<dc:creator>R.Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 03:52:05 +0000</pubDate>
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		<description></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa, Dr. Maia.  Aprecio, (acho que) entendeu e agradeço o objetivo da sua  mensagem. Tudo absolutamente correto, lógico e inovador!  Por favor, Dr., continua trabalhando assim &#8230; não vamos ganhar nada irritando aqueles que podem nós prejudicar.  Precisamos de mais &#8220;pontes de entendimentos&#8221; e menos &#8220;valas de discórdia&#8221;. Mais sempre com honestidade e respeito.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz</title>
		<link>http://www.castagnamaia.com.br/blog2/2009/08/dos-julgamentos-precipitados/comment-page-1/#comment-163</link>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 00:44:07 +0000</pubDate>
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		<description>Deu em O Globo
A pequena mentira que aborreceu StÃ¡lin

De Elio Gaspari:

A ministra Dilma Rousseff tem uma relaÃ§Ã£o agreste com a verdade e isso vem lhe custando o sossego, podendo custar a candidatura Ã  PresidÃªncia da RepÃºblica. Nosso Guia desafiou Lina Vieira (&quot;essa secretÃ¡ria&quot;) a mostrar sua agenda para provar que se encontrara com a ministra Dilma Rousseff. A servidora estimou que o encontro pode ter ocorrido no dia 19 de dezembro passado, mas anotaÃ§Ã£o na agenda parece que ela nÃ£o tem.

Ã‰ Lina Vieira quem precisa provar que esteve no Planalto e atÃ© agora tem o suporte da memÃ³ria de sua chefe de gabinete. Outro servidor capaz de recordar a data do interesse pelo caso de Fernando Sarney era o diretor de fiscalizaÃ§Ã£o, Henrique Freitas, que ficou com a cabeÃ§a a prÃªmio. A ausÃªncia da data do crime leva Ã¡gua para a teoria segundo o qual o encontro nÃ£o ocorreu. Ã‰ a palavra de uma contra a da outra.

A repÃ³rter Leila Suwwan foi conferir a agenda da ministra no final de dezembro de 2008 e descobriu que os encontros e eventos incluÃ­dos no sÃ­tio do PalÃ¡cio do Planalto estavam embaralhados, misturando dias e cerimÃ´nias. Desapareceram os dados do dia 19 de dezembro.

HÃ¡ um mÃªs, o repÃ³rter Luiz Maklouf Carvalho mostrou que o currÃ­culo de Dilma Rousseff estava acelerado com um tÃ­tulo inexistente. A ministra negou a autoria do documento, acrescentando uma correÃ§Ã£o acrobÃ¡tica: nÃ£o Ã© mestre nem doutora pela Unicamp, mas frequentou os cursos.

Em 2006, ao ser entrevistada no programa &quot;Roda Viva&quot;, ela ouviu o jornalista Paulo Markun ler sua biografia, informando que foi viver em Porto Alegre &quot;depois de fazer doutorado em economia monetÃ¡ria e financeira&quot;.

Agora Suwwan mostrou que sua agenda pÃºblica nÃ£o merece fÃ©. A Casa Civil atribui o sumiÃ§o do dia 19 a um erro ocorrido hÃ¡ meses, na transferÃªncia de dados. Quem quer acreditar nessa versÃ£o Ã© obrigado a supor que aconteceu uma enorme coincidÃªncia.

O aspecto agreste da relaÃ§Ã£o de Dilma com a verdade estÃ¡ na crenÃ§a de que hÃ¡ uma relaÃ§Ã£o entre o poder e a consistÃªncia das versÃµes que sustenta.

Uma coisa Ã© anexar tÃ­tulos inexistentes, outra Ã© fazer piruetas depois da exposiÃ§Ã£o do erro. Uma coisa seria dizer que solicitou pressa Ã  secretÃ¡ria da Receita na investigaÃ§Ã£o das contas de Fernando Sarney. (Pressa, no caso, pode ser um fator neutro.)

Outra Ã© entrar numa discussÃ£o de agendas tendo a sua remendada.

Quem manda muito acha que pode tudo e, em alguns casos, prevalece enquanto tem o poder. Passa o tempo e a casa cai por conta de detalhes devastadores. Dois exemplos:

Em janeiro de 1971, o ex-deputado Rubens Paiva foi preso e desapareceu. Os comandantes militares da ocasiÃ£o contaram que ele estava sendo transportado por dois soldados da PE num Volkswagen quando o carro foi fechado numa estrada do Alto da Boa Vista. Seguiu-se um tiroteio, o prisioneiro saiu do Volks e embarcou num automÃ³vel dos sequestradores.

Tudo bem: faltava explicar como Paiva, com mais de 1,80 m, pesando em torno de cem quilos, sentado no banco de trÃ¡s, saiu pela porta esquerda do Fusca, atravessando uma linha de tiro. Passaram-se 17 anos e o repÃ³rter Fritz Utzeri, com base na versÃ£o oficial, desmoralizou a farsa. Uma pequena mentira estragou a grande patranha.

Outro caso, que aborreceu o generalÃ­ssimo Josef StÃ¡lin: em 1936 ele mandou sua polÃ­cia prender velhos bolcheviques, acusando-os de terem planejado um assassinato. Deu tudo certo, os presos confessaram, os juÃ­zes julgaram e o pelotÃ£o de fuzilamento liquidou o caso.

Numa das confissÃµes, um preso contou que participara do planejamento do atentado, em 1934, numa reuniÃ£o no hotel Bristol de Copenhague.

O Bristol fora demolido em 1917. Como escreveu StÃ¡lin: &quot;Por que diabos vocÃªs meteram o hotel nisso? Deviam ter dito que foi na estaÃ§Ã£o ferroviÃ¡ria. Ela ainda estÃ¡ lÃ¡&quot;.

Tanto os generais brasileiros de 1971 como o comissariado de 1936 acreditavam ter poder suficiente para desprezar detalhes. Num regime democrÃ¡tico, com imprensa livre (desde que fique longe dos Ã¡udios do SarneystÃ£o), os pequenos truques produzem grandes desastres.
_______________________
Resposta - Exatamente o que eu disse. Veja a matÃ©ria da Ã‰poca, a da Carta Capital, e vÃª se o sujeito pode escrever um texto como esse do Gaspari.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Deu em O Globo<br />
A pequena mentira que aborreceu StÃ¡lin</p>
<p>De Elio Gaspari:</p>
<p>A ministra Dilma Rousseff tem uma relaÃ§Ã£o agreste com a verdade e isso vem lhe custando o sossego, podendo custar a candidatura Ã  PresidÃªncia da RepÃºblica. Nosso Guia desafiou Lina Vieira (&#8220;essa secretÃ¡ria&#8221;) a mostrar sua agenda para provar que se encontrara com a ministra Dilma Rousseff. A servidora estimou que o encontro pode ter ocorrido no dia 19 de dezembro passado, mas anotaÃ§Ã£o na agenda parece que ela nÃ£o tem.</p>
<p>Ã‰ Lina Vieira quem precisa provar que esteve no Planalto e atÃ© agora tem o suporte da memÃ³ria de sua chefe de gabinete. Outro servidor capaz de recordar a data do interesse pelo caso de Fernando Sarney era o diretor de fiscalizaÃ§Ã£o, Henrique Freitas, que ficou com a cabeÃ§a a prÃªmio. A ausÃªncia da data do crime leva Ã¡gua para a teoria segundo o qual o encontro nÃ£o ocorreu. Ã‰ a palavra de uma contra a da outra.</p>
<p>A repÃ³rter Leila Suwwan foi conferir a agenda da ministra no final de dezembro de 2008 e descobriu que os encontros e eventos incluÃ­dos no sÃ­tio do PalÃ¡cio do Planalto estavam embaralhados, misturando dias e cerimÃ´nias. Desapareceram os dados do dia 19 de dezembro.</p>
<p>HÃ¡ um mÃªs, o repÃ³rter Luiz Maklouf Carvalho mostrou que o currÃ­culo de Dilma Rousseff estava acelerado com um tÃ­tulo inexistente. A ministra negou a autoria do documento, acrescentando uma correÃ§Ã£o acrobÃ¡tica: nÃ£o Ã© mestre nem doutora pela Unicamp, mas frequentou os cursos.</p>
<p>Em 2006, ao ser entrevistada no programa &#8220;Roda Viva&#8221;, ela ouviu o jornalista Paulo Markun ler sua biografia, informando que foi viver em Porto Alegre &#8220;depois de fazer doutorado em economia monetÃ¡ria e financeira&#8221;.</p>
<p>Agora Suwwan mostrou que sua agenda pÃºblica nÃ£o merece fÃ©. A Casa Civil atribui o sumiÃ§o do dia 19 a um erro ocorrido hÃ¡ meses, na transferÃªncia de dados. Quem quer acreditar nessa versÃ£o Ã© obrigado a supor que aconteceu uma enorme coincidÃªncia.</p>
<p>O aspecto agreste da relaÃ§Ã£o de Dilma com a verdade estÃ¡ na crenÃ§a de que hÃ¡ uma relaÃ§Ã£o entre o poder e a consistÃªncia das versÃµes que sustenta.</p>
<p>Uma coisa Ã© anexar tÃ­tulos inexistentes, outra Ã© fazer piruetas depois da exposiÃ§Ã£o do erro. Uma coisa seria dizer que solicitou pressa Ã  secretÃ¡ria da Receita na investigaÃ§Ã£o das contas de Fernando Sarney. (Pressa, no caso, pode ser um fator neutro.)</p>
<p>Outra Ã© entrar numa discussÃ£o de agendas tendo a sua remendada.</p>
<p>Quem manda muito acha que pode tudo e, em alguns casos, prevalece enquanto tem o poder. Passa o tempo e a casa cai por conta de detalhes devastadores. Dois exemplos:</p>
<p>Em janeiro de 1971, o ex-deputado Rubens Paiva foi preso e desapareceu. Os comandantes militares da ocasiÃ£o contaram que ele estava sendo transportado por dois soldados da PE num Volkswagen quando o carro foi fechado numa estrada do Alto da Boa Vista. Seguiu-se um tiroteio, o prisioneiro saiu do Volks e embarcou num automÃ³vel dos sequestradores.</p>
<p>Tudo bem: faltava explicar como Paiva, com mais de 1,80 m, pesando em torno de cem quilos, sentado no banco de trÃ¡s, saiu pela porta esquerda do Fusca, atravessando uma linha de tiro. Passaram-se 17 anos e o repÃ³rter Fritz Utzeri, com base na versÃ£o oficial, desmoralizou a farsa. Uma pequena mentira estragou a grande patranha.</p>
<p>Outro caso, que aborreceu o generalÃ­ssimo Josef StÃ¡lin: em 1936 ele mandou sua polÃ­cia prender velhos bolcheviques, acusando-os de terem planejado um assassinato. Deu tudo certo, os presos confessaram, os juÃ­zes julgaram e o pelotÃ£o de fuzilamento liquidou o caso.</p>
<p>Numa das confissÃµes, um preso contou que participara do planejamento do atentado, em 1934, numa reuniÃ£o no hotel Bristol de Copenhague.</p>
<p>O Bristol fora demolido em 1917. Como escreveu StÃ¡lin: &#8220;Por que diabos vocÃªs meteram o hotel nisso? Deviam ter dito que foi na estaÃ§Ã£o ferroviÃ¡ria. Ela ainda estÃ¡ lÃ¡&#8221;.</p>
<p>Tanto os generais brasileiros de 1971 como o comissariado de 1936 acreditavam ter poder suficiente para desprezar detalhes. Num regime democrÃ¡tico, com imprensa livre (desde que fique longe dos Ã¡udios do SarneystÃ£o), os pequenos truques produzem grandes desastres.<br />
_______________________<br />
Resposta &#8211; Exatamente o que eu disse. Veja a matÃ©ria da Ã‰poca, a da Carta Capital, e vÃª se o sujeito pode escrever um texto como esse do Gaspari.</p>
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	<item>
		<title>Por: Felix Neto</title>
		<link>http://www.castagnamaia.com.br/blog2/2009/08/dos-julgamentos-precipitados/comment-page-1/#comment-162</link>
		<dc:creator>Felix Neto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 22:29:08 +0000</pubDate>
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		<description>Ã‰, o Alceni Guerra, aquele do &quot;escÃ¢ndalo das bicicletas&quot; tambÃ©m danÃ§ou nessa de prÃ©-julgamento e duvidoso trabalho investigatÃ³rio da imprensa. Depois, muito depois, foi inocentado em juÃ­zo, mas nÃ£o sÃ£o muitos que sabem disso.
No entanto, no caso da nossa Ministra, nÃ£o necessitava ser tÃ£o &quot;queixo duro&quot; e ela  Ã©.

&quot;Ah! A  D.Lina disse? Deve ser verdade, pois ela anda menos ocupada do que eu e a memÃ³ria da gente Ã s vezes falha. Impor agilidade a um processo que tem distraÃ­do tanta energia colateral do nosso Legislativo Ã© dever do chefe do Executivo. Ou seja, pro bem ou pro mal, o importante Ã© decidir.  Sendo assim, cabe Ã  Casa Civil acompanhar a questÃ£o.  Talvez fosse o caso de buscar o Ministro, mas qualquer manual de administraÃ§Ã£o ensina que a interlocuÃ§Ã£o possa ocorrer extra organograma, diretamente com a Ã¡rea responsÃ¡vel, se nÃ£o hÃ¡ conflito latente.  A celeuma no caso foi criada depois. No entanto, D.Lina em momento algum fez uma acusaÃ§Ã£o e estÃ£o tentando inferÃªncias que me torna lÃ­cita a suspeita de haver interesses eleitoreiros subjacentes a tal efeito sem causa. Agora vamos falar do PAC, quem sabe?&quot;

Algo assim.  Talvez mais sintÃ©tico do que minha capacidade de concisÃ£o permite, teria &quot;matado essa&quot; e reservado energia pra prÃ³xima. Que virÃ¡! No entanto a Ministra aparenta querer manter a controvÃ©rsia no status de &quot;palavra-contra-palavra&quot;, o que nÃ£o arranha D. Lina, no entanto ajuda a grei da qual seu marido foi Ministro. Ã€ mulher de Cesar se dizia que nÃ£o bastava ser honesta, mas precisava mostrar que era . Ã€ nossa Ministra intuo que nÃ£o basta ser honesta para ser Presidenta, mas mostrar habilidade polÃ­tica para tanto mostrar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ã‰, o Alceni Guerra, aquele do &#8220;escÃ¢ndalo das bicicletas&#8221; tambÃ©m danÃ§ou nessa de prÃ©-julgamento e duvidoso trabalho investigatÃ³rio da imprensa. Depois, muito depois, foi inocentado em juÃ­zo, mas nÃ£o sÃ£o muitos que sabem disso.<br />
No entanto, no caso da nossa Ministra, nÃ£o necessitava ser tÃ£o &#8220;queixo duro&#8221; e ela  Ã©.</p>
<p>&#8220;Ah! A  D.Lina disse? Deve ser verdade, pois ela anda menos ocupada do que eu e a memÃ³ria da gente Ã s vezes falha. Impor agilidade a um processo que tem distraÃ­do tanta energia colateral do nosso Legislativo Ã© dever do chefe do Executivo. Ou seja, pro bem ou pro mal, o importante Ã© decidir.  Sendo assim, cabe Ã  Casa Civil acompanhar a questÃ£o.  Talvez fosse o caso de buscar o Ministro, mas qualquer manual de administraÃ§Ã£o ensina que a interlocuÃ§Ã£o possa ocorrer extra organograma, diretamente com a Ã¡rea responsÃ¡vel, se nÃ£o hÃ¡ conflito latente.  A celeuma no caso foi criada depois. No entanto, D.Lina em momento algum fez uma acusaÃ§Ã£o e estÃ£o tentando inferÃªncias que me torna lÃ­cita a suspeita de haver interesses eleitoreiros subjacentes a tal efeito sem causa. Agora vamos falar do PAC, quem sabe?&#8221;</p>
<p>Algo assim.  Talvez mais sintÃ©tico do que minha capacidade de concisÃ£o permite, teria &#8220;matado essa&#8221; e reservado energia pra prÃ³xima. Que virÃ¡! No entanto a Ministra aparenta querer manter a controvÃ©rsia no status de &#8220;palavra-contra-palavra&#8221;, o que nÃ£o arranha D. Lina, no entanto ajuda a grei da qual seu marido foi Ministro. Ã€ mulher de Cesar se dizia que nÃ£o bastava ser honesta, mas precisava mostrar que era . Ã€ nossa Ministra intuo que nÃ£o basta ser honesta para ser Presidenta, mas mostrar habilidade polÃ­tica para tanto mostrar.</p>
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	<item>
		<title>Por: Petra</title>
		<link>http://www.castagnamaia.com.br/blog2/2009/08/dos-julgamentos-precipitados/comment-page-1/#comment-164</link>
		<dc:creator>Petra</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 19:22:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.castagnamaia.com.br/blog/2009/08/23/dos-julgamentos-precipitados/#comment-164</guid>
		<description>Concordo com o Sr. Dr. Maia .
Mas   ,  nÃ£o podemos esquecer que a  ministra Dilma jÃ¡ teve  no seu currÃ­culo pÃºblico algumas afirmaÃ§Ãµes que mais tarde  se revelaram   ser  bastante diferentes  do dito ou escrito .
Claro que existe uma campanha contra a ministra , a partir do momento em que o presidente Lulla  a expÃµe  como sua candidata e usa a mÃ¡quina pÃºblica  em comÃ­cios e a apresenta como sua sucessora , mÃ£e do Pac etc ,  Ã© claro que a oposiÃ§Ã£o vai contra atacar , normal , nÃ£o Ã©?
Era visÃ­vel em alguns momentos do seu  depoimento o  desconforto e medo de ultrapassar certos limites que ela mesma havia se imposto , medo de falar mais do que poderia  ou sabia e com isto se implicar ,  e sem provas , uma anotaÃ§Ã£o sequer  e nem mesmo saber em que dia ocorreu o encontro  , seu depoimento  , a meu ver  , naufragou .
Mas pode estar certo que tem muito mais caroÃ§o escondido neste angÃº , pelo menos foi  a impressÃ£o que me passou e deixou .
Que a semana que inicia amanhÃ£ seja , alvissareira , auspiciosa , repleta de boas notÃ­cias para famÃ­lia Varig/Aerus , bom trabalho !!!!
AbraÃ§os .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o Sr. Dr. Maia .<br />
Mas   ,  nÃ£o podemos esquecer que a  ministra Dilma jÃ¡ teve  no seu currÃ­culo pÃºblico algumas afirmaÃ§Ãµes que mais tarde  se revelaram   ser  bastante diferentes  do dito ou escrito .<br />
Claro que existe uma campanha contra a ministra , a partir do momento em que o presidente Lulla  a expÃµe  como sua candidata e usa a mÃ¡quina pÃºblica  em comÃ­cios e a apresenta como sua sucessora , mÃ£e do Pac etc ,  Ã© claro que a oposiÃ§Ã£o vai contra atacar , normal , nÃ£o Ã©?<br />
Era visÃ­vel em alguns momentos do seu  depoimento o  desconforto e medo de ultrapassar certos limites que ela mesma havia se imposto , medo de falar mais do que poderia  ou sabia e com isto se implicar ,  e sem provas , uma anotaÃ§Ã£o sequer  e nem mesmo saber em que dia ocorreu o encontro  , seu depoimento  , a meu ver  , naufragou .<br />
Mas pode estar certo que tem muito mais caroÃ§o escondido neste angÃº , pelo menos foi  a impressÃ£o que me passou e deixou .<br />
Que a semana que inicia amanhÃ£ seja , alvissareira , auspiciosa , repleta de boas notÃ­cias para famÃ­lia Varig/Aerus , bom trabalho !!!!<br />
AbraÃ§os .</p>
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