out 26 2009
ADVOGADOS DO BB
O informativo Consultor Jurídico noticia o ingresso de ação civil pública do Sindicato dos Bancários de Brasília contra o Banco do Brasil. A ação se dá em defesa dos advogados do Banco do Brasil, vítimas de assédio moral por parte da cúpula da área jurídica da empresa.
II
Sou o patrono da ação. Não havia divulgado o tema, no aguardo de audiência que deverá ocorrer em breve. Como o ajuizamento da ação foi divulgado, sendo disponibilizada, inclusive, a íntegra da petição inicial, toco, finalmente, no assunto.
III
Abaixo você encontrará o atalho para a matéria no Consultor Jurídico. No final da matéria há o atalho para a petição inicial. O tema está todo documentado. As histórias relatadas são de estarrecer, quanto mais quando se leva em conta a história do Banco do Brasil e o ponto a que chegou a violência contra seus próprios advogados.
IV
Acostumado que estou a enfrentar os competentes advogados do Banco do Brasil na sala de audiências, tenho, agora, a honra de defender aqueles profissionais nessa ação civil pública. Para acessar a matéria do Consultor Jurídico, clique aqui
Dr.Maia,
Fico feliz com o progresso que vem acontecendo em defesa dos trabalhadores. Para mim, infelizmente, chegou muito tarde. No assédio moral que sofri, entre outras coisas, fui rotulada como louca, desequilibrada, além de “quase vagabunda”. (O senhor já viu algum vagabundo com LER?). Foi o “prêmio” recebido por não participar da panela existente na agência, de rodinhas e, principalmente, pelo fato de somente trabalhar, cumprindo minha obrigação (às vezes de outros colegas também) para a qual fui contratada após concurso.
Mas, como diz um colega “antes tarde que mais tarde”, né?
Abraço.
PS: fico feliz que esteja de volta e, espero, em franca recuperação.
Caro Dr. Castagna,
Boa tarde!
Envio-lhe um resumo de situação abaixo, em função de eu ter lido uma notícia veiculada pelo Boletim Eletrônico da ANAPAR, datada de 07/11/2003, onde aparece o seu nome ligado a uma ação ganha pelos participantes da PREVI, relacionada à proporcionalidade de contribuições para o Plano de Aposentadoria da PREVI.
Pois bem, eu faço parte de um grupo de empregados da Casa da
Moeda do Brasil, que foi obrigado a deixar o Plano de Previdência Privada da CIFRÃO, em função de decisões arbitrárias, irregulares e (s.m.j.) até ilegais, que foram tomadas, no ano de 1999, pela Direção da Casa da Moeda do Brasil e, no mínimo, acatadas por aquela Fundação, as quais aumentaram significativamente o valor das contribuições mensais e reduziram drasticamente os benefícios contratados, causando, com isto, a saída de mais de 400 participantes do Plano (uma boa parte de Fundadores), já que os integrantes desse grupo não tinham
condições financeiras pessoais para assimilar o golpe provocado pelo enorme acréscimo nas contribuições do Plano.
Pois bem, a Direção da empresa já foi acionada, formalmente, pelos órgãos de controle competentes, no sentido de que ela apresente uma solução para o caso e, embora o prazo dado já esteja vencido há muito tempo, nada aconteceu de efetivo e as tratativas continuam se arrastando pelos ógãos governamentais envolvidos, sem nenhuma perspectiva de solução, a qual já sabemos, não deverá contemplar a nossa situação (Participantes que foram obrigados a sair do Plano).
Desta forma, considerando toda a sua experiência no assunto e que, tanto a Direção da empresa, quanto a da Fundação, têm interesse em resolver o problema, nós gostaríamos de saber quais seriam as nossas chances reais de vitória em uma desejada demanda judicial.
Respeitosamente
Wilson Antunes dos Santos
Empregado da Casa da Moeda do Brasil (há 30 anos) e contribuinte fundador da CIFRÃO.
Dr Maia,
por gentileza queria que nos fornecesse o número do processo original em que o AEROS busca o pagamento dos benefícios para o qual o pessoal da VASP contribuiu. Sou esposa de um deles.
gostaríamos de saber em que situação está
agradecemos
Célia Berlato e Silvio Viegas (matric. VASP 22400/7)