out 21 2009

OS 178,8 MILHÕES DE REAIS DE PUBLICIDADE DA VALE

Postado por at 12:42 sob Uncategorized

A página 2 da Folha de São Paulo é um espaço nobre. Escrevem lá colunistas do primeiro time, a exemplo de Clóvis Rossi.

II

A Coluna de Fernando Rodrigues, de hoje, é espantosa. Ou espantosa, pelo menos, é a completa falta de repercussão do que lá está escrito.

III

Em síntese, Fernando Rodrigues fala da intensa campanha publicitária da Vale que, a rigor, não se justifica. Vende seus produtos basicamente para o mercado internacional, e não há necessidade de reforço de imagem a justificar tantas inserções, segundo o colunista.

IV

E aí afirma que nos últimos 12 meses a Vale gastou R$ 178,8 mihões em publicidade. O sabão em pó Omo gastou 141 milhões, para se ter uma idéia. Fernando Rodrigues continua: um gasto acima de 100 milhões com publicidade, em uma empresa privada, deve seguir as normas de governança corporativa. Adiante: ”uma conta assim só é entregue a uma ou várias agências depois de um duro e competitivo processo de escolha”. 

V

Transcrevo direto, agora: “Não se conhece a forma pela qual a Vale concluiu ser conveniente dar sua conta milionária ao publicitário Nizan Guanaes. Mas sabe-se muito bem que o nome de Nizan Guanaes causa pesadelos no PT. Nizan foi o marqueteiro preferido de tucanos, de FHC a José Serra. Todos conhecem no Brasil os vasos comunicantes entre publicidade e política. E os custos altíssimos da campanha eleitoral de 2010″.

VI

O impressionante é a falta de repercussão, até agora.

18 respostas até o momento

18 Respostas em “OS 178,8 MILHÕES DE REAIS DE PUBLICIDADE DA VALE”

  1. carlos irmãoem 21 out 2009 �s 14:18

    Dr. Maia, há uma citação bíblica –
    Mateus 10:26 Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não haja de ser descoberto, nem oculto que não haja de ser conhecido.

  2. Pedro Vicente de Carvalhoem 21 out 2009 �s 15:03

    Eis uma grande vantagem de uma cia. particular, ela gasta o dinheiro “dela” (e não o “nosso”) como bem lhe aprouver, ou não?!?

    Resposta – Uma PRIVATIZADA, não esqueça. E privatizada a preço de banana, de pai para filho.

  3. Marcioem 21 out 2009 �s 17:47

    Dr. Maia,

    teria duas coisas a dizer, que, possivelmente, seriam consideradas agressivas.

    Mas posso falar de outra maneira dizendo que tambem não há repercussão na midia no caso do Aerus. E que a Varig foi vendida a preço simbólico e logo comprada pela Gol por preço vinte vezes maior.

    No fundo, acho bom que estas forças existam pois, uma unanimidade do Governo, não seria bom para a democracia.

  4. CLÓVIS MARCOLINem 21 out 2009 �s 22:21

    Caros Dr. Maia e Pedro Vicente de Carvalho, se refletirem um pouco verão que ÑÃO HÁ PÚBLCO NEM PRIVADO NA ECOMIA DE UM PAÍS, cujo senso atual global mensura a riqueza de um país por meio de agegados econômicos, tal como o PIB-PRODUTO INTERNO BRUTO.

    Gastar, investir, etc, todos são termos que podem ser resumidos como sendo formas de ALOCAÇÃO DE RECURSOS os quais são vistos estanque e separados com o único fim de prover fundamento a argumentos sectários, em prejuízo da visao sistêmica a qual forneceria ao observador, político e ao admistrador do desenvolvimento e crescmentos das sub-economias nacionais as ferramenas para a obtenção melhor aproveitamento dos escassos recursos que o país dispõe, bem como uma maior e mehor eficacia na distribuição da riqueza gerada pelas ativdades desempenhadas sejam pela dita iniciativa prvada ou pelos agentes públicos. independente de quem seja o gestor dos valores serão as opções de alocação que determinarão se haverá crescimento, e de quanto, da economia nacional, e qual a parcela dessa riqueza gerada será distribuída a cada um dos membros de nossa populaçao.

    É nessas bases da concepção da melhor alocação de recursos para o atingmento dos objetivos nacionais que se justificam os atos de govero e suas intervenções na economia do país, inclusive, nas operadas pelos agentes privados, ou semi-como é o caso da Vale uma vez que de seu capital controlador participam EFPP – com 49% -, cujo patrimônio pertence aos empregados de estatais, como a PETROS, PREVI e FUNCEF, os quais tiveram seus fundos garantidores dos seus planos de benefícios fortemente constituídos porcontribuições de suas Patrocinadoras estatais, isto é, a PETROBRÁS, O BANCO DO BRASIL S.A. e a CAIXA.

    Os motivos políticos que levaram o governo a desejar interferir na gestão da VALE são menores e irrelevantes para a discussão de fundo que apresento, isto é, havendo possibilidade de melhor alocação das disponiblidades econômica e financeiras elas devem ser programadas para resutar no mais adequado benefício à populaçao brasileira e para isso haverá de se portar não apenas pelas leis nacionais, que constituem o formalismo de seus atos, mas também no interesse que o poder público – o povo politicamente organizado e representado pelo Estado – estabelece como diretrizez, metas e objetivos para o aumento da riqueza nacional o qual, como disse, vem atualmente sendo mensurad pelo PIB.

    O direito de ação do ente privado, por maior que seja a empresa, individualmente agindo no território nacional, de qualquer país, não está acima do interesse coletivo, ou público, daquele Estado, manifesto em suas políticas públicas.

    É por isso que os governos podem estabelecer políticas salariais, tributárias, etc., em nome da sociedade uma vez que a iniciativa privaa pode muito, mas ainda, pela nossa constituição, não pode tudo,como alguns insistem em querer que assim seja bradando aos quatro ventos que é um absurdo o governo querer interferir na administração da VALE, ou da PETRBRÁS, ou so Banco do Brasl, ou do Banco Central, etc., mas ainda não é como eles querem eo Estado brasileiro pode muito e devem nossos governantes estar atentos para se valer desses poderes agindo, mesmocontra o interesse privado, se esses estiverem atuando em desconformidade com o interesse da sociedade, ou sejam, as política públicas que no exercício do cargo cabe ao mandatário fazer com que sejam executadas em favor de toda nossa população.

    O Presidente da República tem poderes para agir tanto na esfera pública quanto sobre as economias privadas, daí que todos ao Estado estamos subordnados enquanto indivíduos ou empresas, sejam nossas personalidades púbicas ouprivadas, quando o interesse coletvo ou nacional suplantar os nossos interesses particulares e privados.

  5. CLÓVIS MARCOLINem 21 out 2009 �s 22:36

    texto corrigido:

    Caros Dr. Maia e Pedro Vicente de Carvalho, se refletirem um pouco verão que ÑÃO HÁ PÚBLCO NEM PRIVADO NA ECOMIA DE UM PAÍS, cujo senso atual global mensura a riqueza de um país por meio de agregados econômicos, tal como o PIB-PRODUTO INTERNO BRUTO. DAÍ NÃO HÁ DISTINÇÃO A SER FEITA ENTRE O “GASTAR O DINHEIRO DELA” E O “GASTAR O NOSSO DINHEIRO” COMO EQUIVOCADAMENTE SE COSTUMA DIZER QUANDO TRATAMOS OS DISPÊNDIOS INCORRIDOS POR UM ENTE PRIVADO OU UM ENTE PÚBLICO. SEMPRE É DINHEIRO NOSSO!

    Gastar, investir, etc., todos são termos que podem ser resumidos como sendo formas de ALOCAÇÃO DE RECURSOS os quais são vistos estanque e separados com o único fim de prover fundamento a argumentos sectários, em prejuízo da visão sistêmica a qual forneceria ao observador, político e ao administrador do desenvolvimento e crescimentos das sub-economias nacionais as ferramentas para a obtenção de melhor aproveitamento dos escassos recursos que o país dispõe, bem como uma maior e melhor eficácia na distribuição da riqueza gerada pelas atividades desempenhadas sejam pela dita iniciativa privada ou pelos agentes públicos. Independente de quem seja o gestor dos valores serão as opções de alocação que determinarão se haverá crescimento, e de quanto, da economia nacional, e qual a parcela dessa riqueza gerada será distribuída a cada um dos membros de nossa população.

    São nessas bases da concepção da melhor alocação de recursos para o atingimento dos objetivos nacionais que se justificam os atos de governo e suas intervenções na economia do país, inclusive, nas operadas pelos agentes privados, ou semi – como é o caso da Vale uma vez que de seu capital controlador participam EFPP – com 49% -, cujo patrimônio pertence aos empregados de estatais, como a PETROS, PREVI e FUNCEF, os quais tiveram seus fundos garantidores dos seus planos de benefícios fortemente constituídos por contribuições de suas Patrocinadoras estatais, isto é, a PETROBRÁS, O BANCO DO BRASIL S.A. e a CAIXA.

    Os motivos políticos que levaram o governo a desejar interferir na gestão da VALE são menores e irrelevantes para a discussão de fundo que apresento, isto é, havendo possibilidade de melhor alocação das disponibilidade econômica e financeiras elas devem ser programadas para resultar no mais adequado benefício à população brasileira e para isso haverá de se portar não apenas pelas leis nacionais, que constituem o formalismo de seus atos, mas também no interesse que o poder público – o povo politicamente organizado e representado pelo Estado – estabelece como diretrizes, metas e objetivos para o aumento da riqueza nacional o qual, como disse, vem atualmente sendo mensurada pelo PIB.

    O direito de ação do ente privado, por maior que seja a empresa, individualmente agindo no território nacional, de qualquer país, não está acima do interesse coletivo, ou público, daquele Estado, manifesto em suas políticas públicas.

    É por isso que os governos podem estabelecer políticas salariais, tributárias, etc., em nome da sociedade uma vez que a iniciativa privada pode muito, mas ainda, pela nossa constituição, não pode tudo,como alguns insistem em querer que assim seja bradando aos quatro ventos que é um absurdo o governo querer interferir na administração da VALE, ou da PETRBRÁS, ou ao Banco do Brasil, ou do Banco Central, etc., mas ainda não é como eles querem: o Estado brasileiro pode muito e devem nossos governantes estar atentos para se valer desses poderes agindo, mesmo contra o interesse privado, se esses estiverem atuando em desconformidade com o interesse da sociedade, ou sejam, as política públicas que no exercício do cargo cabe ao mandatário fazer com que sejam executadas em favor de toda nossa população.

    O Presidente da República tem poderes para agir tanto na esfera pública quanto sobre as economias privadas, daí que todos ao Estado estamos subordinados enquanto indivíduos ou empresas, sejam nossas personalidades púbicas ou privadas, quando o interesse coletivo ou nacional suplantar os nossos interesses particulares e privados.

  6. o anarquistaem 22 out 2009 �s 00:53

    Continuo com o meu parecer, qual o problema dela ter sido privatizada a preco de banana? foi comprada pelo preco que foi oferecido, e ponto final. Agora se foi privatizada contra a vontade desse ou daquele ou ainda de todos, a ela nao importa , quem tem que dar satisfacao ao povo eh quem a privatizou. Se ela gasta o seu dinheiro desnecessariamente, tambem eh problema dela e mais ninguem, agora se ela esta infringindo a lei! pau nela, ou em quem se esta beneficiando da maracutaia. NAO SOU A FAVOR DE NINGUEM MUITO PELO CONTRARIO, E MUITO MENOS DA PRIVATIZACAO DA VALE E DE MUITAS OUTRAS MAIS . Mas que ela esta certa esta, ateh provarem o contrario. (desculpem a falta de acentuacao, estou usando meu velho-cacareco-346 )abcs

  7. mariaIem 22 out 2009 �s 06:28

    E hoje nao tem alguma coisa importante?
    de verdade para nós?

  8. Goianoem 22 out 2009 �s 10:22

    Maria, tem sim, ontem estava na pauta do supremo para o dia 22, portanto hoje o julgamento da sl 127 e ninguénm falou a respeito, nem contra e muito menos a favor, o que será que esta acontecendo?

  9. mariaIem 22 out 2009 �s 11:56

    Goiano,

    Era exatamente sobre isso, a minha pergunta.
    mas nenhuma resposta,até agora!!

  10. Felix S.R.Netoem 22 out 2009 �s 14:02

    Durante seu período de governo parlamentarista, Jango cassou a concessão da Hanna Corporation para exploração de jazidas minerais brasileiras. Havia um cerimonial militar antigamente, que era uma reverência respeitosa ao “torrão natal”. A tropa ficava em forma e quem estivesse no comando ordenava: “em continência ao terreno, apresentar… armas!” (Apresentar armas equivale, coletivamente, à continência individual, como um cumprimento respeitoso de militares). Igual cerimônia recebiam autoridades como generais, ministros etc. no quartel. Pois em 1965 os ditadores de plantão adotaram medidas estranhas pra quem teria como missão além de homenagear, defender o solo (subsolo idem, supõe-se) pátrio, entre elas permitir a aerofotogrametria das regiões mais ricas do País e concessão de um porto ao Grupo Hanna. FHC, por engano fichado pelo SNI, depois faturou a Vale, que tem estrada de ferro e porto, pelo montante das faturas de um ano. Os “dinossauros” restantes, Banco do Brasil e Petrobras escaparam por pouco. Durante o tsunami/marolinha teria sido complicado sustentar alavancagem da economia solo com BNDES/CEF. Quanto ao subsolo ou subsal, teríamos doado uma Arábia Saudita submersa à Petrobras por quanto? Suponho que isso possa explicar investimentos à sobrevivência de controle, feitos em propaganda institucional, bem como as demais escolhas e expectativas embutidas na operação, como referidas.

  11. carlos irmãoem 22 out 2009 �s 16:20

    Dr. Maia
    22/10/2009 | 15:59
    AGU confirma Luís Adams na direção
    Valter Campanato/ABr

    LUÍS ADAMS A Advocacia-Geral da União confirmou nesta tarde que Luís Adams comandará o órgão, como esta coluna antecipou no último dia 16. O presidente Lula o receberá para oficializar o convite. Adams assumirá o cargo amanhã, conforme a AGU. Adams é procurador-geral da Fazenda Nacional e substitui José Antonio Dias Toffoli, nomeado para o Supremo Tribunal Federal.

  12. Adilarem 22 out 2009 �s 18:33

    Para haver um acordo é necessário que as partes se encontrem e discutam até chegarem ponto que satisfaça ambos os lados. pergunta: estão sendo mantidos contatos com a AGU por reprentantes dos aposentados visando chegar à reinião do dia 27 com as arestas aparadas ou irão tentar enfiar goela abaixo um acordo leonino?

    Resposta – Não tem havido reuniões. Tudo indica que o primeiro contato será no dia 27.

  13. o anarquistaem 22 out 2009 �s 21:58

    E sem resolver nada , marca-se nova reuniao. Ja vi esse filme antes. VARIG, VARIG, VARIG. abcs

  14. Orlandoem 22 out 2009 �s 21:58

    Bom Dia Dr. Maia, espero que , dentro do possível, estja estja gozando de boa saúde e com animo em grau máximo até mesmo para que sua recuperação seja mais breve possível!!!!! imagino que , falar é muito fácil, mas a mente pode muito bem alimentar e fortalecer o espirito para superar quaisquer obstáculos!!!! e com certeza , sua mente e espirito ,são privilegiados , e com a assistência que deve estar tendo agora, o céu é o limite!!!!
    Dr. Maia, acabei de ter uma ” inside information” na qual existe a possibilidade da Flex Linhas Aéreas, parar a operação ainda na próxima semana. quais os efeitos desta parada da empresa neste momento, tanto para os ativos quanto para os aposentados??
    e quais os efeitos desta paralização no que diz respeito as ações em curso ou até mesmo o acordo que advir a posteriori?
    fique com Deus, e o convite ainda está de pé, ahh, o engov continua guardado…
    Orlando

  15. S.G.Pinheiroem 22 out 2009 �s 22:04

    .

    Transcrição do twitter do senador Paulo Paim :

    Infelizmente a angustia continua. Acabo de ser informado que a AGU transferiu a reunião do dia 27/10 sobre o AERUS para o dia 03/11.
    about 7 hours ago from web

  16. o anarquistaem 22 out 2009 �s 22:19

    Meu caro Orlando, acho melhor voce ir tomando o ENGOV porque se isso acontecer , vai coisa ficar enjoada. abcs

  17. o anarquistaem 22 out 2009 �s 22:20

    Perdao:
    a coisa vai ficar enjoada. abcs

  18. Cabralem 23 out 2009 �s 09:08

    O GLOBO;22/10(CARTAS DOS LEITORES).
    Lí, no Panorama Politico, que Lula reclama que os fundos seriam geridos pela mesma
    lógica da Vale, a da lucratividade. Alguém precisa avisar ao Sr.Lula que os fundos são
    de ESTATAIS E NÃO DAS ESTATAIS.Eles pertencem aos seus funcionários;que passam
    anos fazendo altas contribuições para ter uma aposentadoria decente. devem ser ge
    ridos para garantir lucratividade que dará segurança aos seus participantes, e não para servir aos interesses políticos.
    FERNANDO LIMA ALONSO
    (por e-mail 20/10)Paty do Alferes RJ

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