Archive for janeiro, 2010

jan 30 2010

DO ASPARTAME À VENEZUELA

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A Dra. Candece Pert é bioquímica, já chefiou um órgão de pesquisas do governo dos EUA. Ficou mundialmente conhecida a partir de sua participação no documentário “Quem Somos Nós?”. Escreveu “Moléculas de Emoção” e, mais recentemente, “Conexão Mente, Corpo e Espírito”. No seu último livro, há um capítulo específico dedicado ao aspartame.

II
Segundo a Dra. Candace, o FDA – Food and Drugs Administration somente aprovou o aspartame após intensa pressão da indústria farmacêutica e da indústria química. E, no ano seguinte após a colocação do produto no mercado, os casos de esclerose múltipla nos EUA aumentaram CINQUENTA POR CENTO. E a droga está aí, até hoje, no mundo.

III
Você não consome aspartame? Então não consome sequer refrigerante dietético? E nem sorvete dietético? E nem outros adoçantes que tragam risco?

IV
Hugo Chavez, presidente da Venezuela, proibiu, há algum tempo, a Coca Zero por lá. E o argumento foi o risco à saúde. Há um princípio jurídico nessa questão que é o da PRECAUÇÃO. A rigor, deve ser utilizado sempre que se aprova um novo produto, um novo medicamento, ou mesmo uma nova variedade transgênica. Deve haver provas de que o produto não faz mal. Se houver dúvida, deve ser proibido até que as pesquisas sejam conclusivas.

V
Pois bem. Chavez proibiu a Coca Zero por lá. Não proibiu a Coca-Cola comum, só a Coca Zero. Mas foi o suficiente para que houvesse uma tempestade sobre Chavez, sempre buscando folclorizar o presidente da Venezuela. Ele estava certo. Resolveu seguir o princípio da precaução. A imprensa, no entanto, veio abaixo. E todos riram de Chavez, de sua apontada ignorância, de sua apontada prepotência. E aqui há até senador dono de fábrica de Coca-Cola.

VI
Mais recentemente foi o caso da televisão aberta. Lá, como aqui, as televisões são concessões do Estado. E o governo da Venezuela resolveu simplesmente não renovar a concessão. É um direito do Estado venezuelano. Não “cassou” a concessão. Esperou o término e não renovou, tão somente. Era uma emissora que pregava abertamente o golpe contra um governo legitimamente eleito. Era cotidiano, permanente, o chamado ao golpe e o atentado à democracia. O governo venezuelano poderia ter cassado a concessão. Não o fez. Aguardou pacientemente o término do prazo e simplesmente não renovou. Só que lá, como aqui, essa gente acha que é dona do Estado: dona das terras públicas, pela via da grilagem, “dona” da concessão. E há até os “donos” de praias: cercam a terra pública e se apropriam. E há os “donos” de cargos: o nepotismo, onde postos do Estado, cargos, são barganhados como se fossem propriedade desses usurpadores. Veja o esforço que há no Judiciário, até hoje, para acabar com o nepotismo. E a cada dia surge um caso novo.

VII
Agora, na Venezuela, é a mesma emissora que resolveu, novamente, descumprir a lei. Estava fazendo suas transmissões via TV a cabo. Só que dizia que era “internacional’ para não ter que transmitir os pronunciamentos presidenciais e não ter que cumprir a lei. Só que sua programação era majoritariamente local, venezuelana, justamente para atrair o público venezuelano e para, mais uma vez, pregar o golpe. Mas se definia como “tv internacional” para descumprir a lei.

VIII
A imprensa é o superpoder que subordina os demais, tanto lá quanto aqui. Houve duas iniciativas do governo venezuelano, ambas cumprindo a lei. Não se trata de lei excepcional, lei “típicamente venezuelana”, mas leis que existem também por aqui e que dizem respeito à concessão de televisões. É concessão do Estado, e não propriedade de alguns.

IX
A discurseira, no entanto, é a de que Chavez está ensandecido, e coisas assim. O que há é uma iniciativa golpista. Há um golpe em curso na Venezuela e a impensa toda faz coro, divulga o contrário: divulga que o golpista é Chavez. Não é. Lá, houve tão somente a aplicação da lei. Isso no caso da Coca Zero, na não renovação da concessão, e, agora, no enquadramento da tv a cabo como emissora nacional.

X
Há uma solidariedade dos grupos “familiares” de imprensa. No Brasil, dez famílias controlando tudo. E apoiando, sempre, qualquer tentativa de golpe, seja aqui, seja lá. Agora, mesmo, permanece a confusão relativa ao Banco Central argentino promovida pela imprensa, já abordada aqui no blog.

XI
A questão não é apoiar ou não Chavez, admirar ou não Chavez. Não interessa se é simpático ou antipático. A questão é: a imprensa está mentindo descaradamente quanto ao que vem ocorrendo na Venezuela, desde a Coca Zero até a televisão. Faz o que fez aqui, em 1954 contra Getúlio, faz o que fez aqui também em 1964 ao apoiar um golpe urdido e financiado pela CIA. Gostemos ou não de Chavez, cabe ao povo venezuelano eleger ou não eleger. Não cabe aos barões da imprensa, que nunca foram eleitos, nunca receberam um só voto, decidir quem deve ou não governar um país.

XII
A especialidade da imprensa é “criar consensos”. E estão conseguindo criar o consenso de que Chavez é louco. Você não precisa mais formular uma opinião: a imprensa já tem uma prontinha prá você. Aguardem para ver os comentários ao presente artigo.

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jan 29 2010

“ESTADO TEM DE INDENIZAR MORADOR EXPULSO DA FAVELA”

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Do informativo Consultor Jurídico -
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A 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve a obrigação de o estado pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais a um morador expulso por traficantes de sua casa em uma favela na capital. Os desembargadores entenderam que o estado, ao ser procurado pelo cidadão, omitiu-se ao não auxiliar o morador a voltar para sua residência.

O relator, desembargador Orlando Secco, rebateu os argumentos do estado do Rio de que a sua responsabilidade não ficou configurada já que o dano foi provocado por terceiros, ou seja, pelos traficantes. O estado, constatou o desembargador, foi procurado a prestar segurança ao morador e falhou na prestação do serviço.

Secco disse, em seu voto, que a Polícia sequer foi capaz de garantir a presença do perito designado pelo Judiciário para produzir prova técnica, ou mesmo do assistente técnico do estado. A Câmara reconheceu que há responsabilidade civil do estado no caso, pois não garantiu ao morador a inviolabilidade do domicílio, nem a dignidade da pessoa humana e segurança pública.

O desembargador também rebateu a tese do estado de que, se houve omissão, esta foi genérica. Para ele, a omissão do estado foi concreta e ficou bem delineada. O desembargador entendeu que houve violação de princípios constitucionais.

A ação foi apresentada pelo morador, representado pela Defensoria Pública do estado, depois de ele ter sido expulso da casa onde morava em uma favela na cidade do Rio. Segundo o morador, traficantes passaram a ameaçá-lo por ele não ter entregado duas caixas d’água. Ele conta que procurou a Polícia pedindo ajuda para voltar para a casa, mas foi informado pelos policiais de que não havia condições de prestar auxílio.

O estado argumentou que encaminhou o morador e a família para um abrigo de proteção às testemunhas e que o problema existe em toda cidade grande, não só no Brasil como em outros países. Também disse que os recursos financeiros do estado são limitados e que é impossível impedir que crimes sejam cometidos.

Em primeira instância, a juíza Maria Paula Galhardo, da 4ª Vara de Fazenda Pública, julgou o pedido procedente e condenou o estado a indenizar o morador em pouco mais de R$ 18 mil por danos materiais e R$ 30 mil por danos morais. A decisão foi mantida pela segunda instância.

Clique aqui para ler a decisão.

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jan 28 2010

TERREMOTO NO HAITI: PROVOCADO?

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Vi o texto abaixo, primeiramente, em um email do Dr. Luiz Salvador, presidente da ABRAT – Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas. Confirmei a origem em http://port.pravda.ru/russa/28766-1/.
É a página eletrônica do Pravda, jornal russo.
O tema relevante, daí a publicação na íntegra.

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HAITI: OS EUA CRIARAM O TERREMOTO DO HAITI?

A Frota Russa do Norte indica que o sismo que devastou o Haiti foi, claramente, resultado de um teste da Marinha norteamericana através de uma de suas armas de terremotos e que elaborou um diagrama de sucessão linear em relação aos terremotos denunciados que casualmente se produziram à mesma profundidade na Venezuela e em Honduras.

A Frota do Norte tem monitorado os movimentos e atividades navais dos EUA no Caribe desde 2008 quando os norteamericanos anunciaram sua intenção de restabelecer a IV Frota, que foi desmobilizada em 1950, e ao que a Rússia respondeu, um ano mais tarde, com a Frota comandada pelo cruzador nuclear “Pedro, o Grande” começando seus primeiros exercícios nesta região desde o fim da Guerra Fria.

Desde o final da década de 70 do passado século, os EUA “avançaram muito” o estado das suas armas de terremotos e, segundo estes relatórios, agora empregam dispositivos que usam uma tecnologia de Pulso, Plasma e Sônico Eletromagnético Tesla junto com “bombas de ondas de choque”.

O relatório compara também as experiências de duas destas armas de terremotos da Marinha dos EUA na semana passada, quando o teste no Pacifico causou um sismo de magnitude 6,5 atingindo a área ao redor da cidade de Eureka, na Califórnia, sem causar mortes. Mas o teste no Caribe já causou a morte de, pelo menos, 140 mil inocentes.

Segundo o relatório, é “mais do que provável” que a Marinha dos EUA teve “conhecimento total” do catastrófico dano que este teste de terremoto poderia ter potencialmente sobre o Haiti e que tinha pré-posicionado o seu Comandante Delegado do Comando Sul, General P.K. Keen, na ilha para supervisionar os trabalhos de ajuda se fossem necessários.

Quanto ao resultado final dos testes destas armas, o relatório adverte que existe o plano dos EUA da destruição do Irã através de uma série de terremotos concebidos para derrubar o seu atual regime islâmico. Segundo o relatório, o sistema experimentado pelos EUA (Projeto HAARP) permitiria também criar anomalias no clima para provocar inundações, secas e furacões.

De acordo com outro relatório coincidente, existem dados que permitem estabelecer que o terremoto de Sichuan, na China, em 12 de maio de 2008, de magnitude 7,8 na escala Richter, foi criado também pela radiofrequência do HAARP. Ao existir uma correlação entre a atividade sísmica e a ionosfera, através do controle da Radiofrequência induzida por Hipocampos, nos marcos do HAARP, conclui-se que:
1.- Os terremotos em que a profundidade é linearmente idêntica na mesma falha, se produzem por projeção linear de frequências induzidas.
2.- A configuração de satélites permite gerr projeções concentradas de freqüências em pontos determinados (Hipocampos).
3.- Elaborou-se um diagrama de sucessão linear dos terremotos denunciados em que casualmente todos se produziram à mesma profundidade.

- Venezuela, em 8 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.
- Honduras, em 11 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.
- Haiti, em 12 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.

O restante das réplicas ocorreu em profundidades próximas dos 10 km.
Logo após o terremoto, o Pentágono informou que o navio-hospital USNS Confort, ancorado em Baltimore, convocou sua tripulação para zarpar para o Haiti, ainda que pudessem levar vários dias até a chegada no Haiti. O almirante da Marinha, Mike Mullen, chefe do Estado Maior Conjunto, disse que o Exército dos EUA trabalhava preparando a resposta de emergência para o desastre.

Fraser, do Comando Sul (SOUTHCOM), informou que navios da Guarda Costeira e da Marinha dos EUA na região foram enviados para oferecer ajuda mesmo que tenham recursos e helicópteros limitados.

O portaviões USS Carl Vinson foi enviado da base naval de Norfolk, Virginia, com sua capacidade de aviões e helicópteros completa e chegou ao Haiti nas primeiras horas da tarde de 14 de janeiro. Outros grupos adicionais de helicópteros unir-se-ão ao Carl Vinson, declarou Fraser.

A Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), já operava no Haiti antes do sismo. O presidente Obama foi informado do terremoto às 17h52 de 12 de janeiro e solicitou ao seu pessoal que se a assegurassem de que os funcionários da Embaixada estivessem a salvo e que começassem os preparativos para proporcionar a ajuda humanitária que fosse necessária.

De acordo com o relatório russo, o Departamento de Estado, USAID e o Comando Sul dos EUA começaram seu trabalho de “invasão humanitária” ao enviar pelo menos 10.000 soldados e mercenários, para controlar, no lugar da ONU, o território haitiano após o devastador “terremoto experimental”.
“A desordem é o melhor servidor da ordem estabelecida”.
(Jean-Paul Sartre)

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jan 22 2010

RAPIDINHO

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Em resposta a indagações, esclareço: não estou em férias. É que tenho ido ao Rio de Janeiro com freqüência, em virtude de tratamento que estou realizando.
Como não há novidade em relação a ações, no momento, particularmente a questão do Aerus, tenho me dedicado com afinco ao tratamento e mantido o silêncio no blog. Na próxima semana pretendo retomar a postagem.

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jan 10 2010

“COMO VIVER MAIS E MELHOR”

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Li, há pouco, o livro do Dr. Linnus Pauling “Como Viver Mais e Melhor”. Trata-se de um homem que ganhou DOIS prêmios Nobel: o de química e o da paz.

II
O livro é extraordinário. Fala, essencialmente, de algumas vitaminas, particularmente a Vitamina C. Os dados apresentados são impressionantes. E Dr. Linnus Pauling frisa, a cada momento, que há pouco interesse na divulgação dessas vitaminas: é que não mais são patenteáveis pelos laboratórios.

III
A Vitamina C é um foguete instalado no sistema imunológico. Ele recomenda chegar até o limite da dosagem – aquele até o qual o funcionamento do intestino não é alterado. No mínimo 4 gramas ao dia, podendo chegar a 16, ou 20, ou até mais, tudo dependendo do que se está querendo combater e de não alterar o funcionamento do intestino.

IV
As pesquisas são impressionantes. Até mesmo no caso de crianças com deficiência mental há registro de aumento significativo do QI, de 20 a 30 pontos. Acima de tudo, o combate aos radicais livres e a elevação significativa do sistema imunológico.

V
Segundo o autor, é vitamina de baixíssima toxidade. A recomendação é de que se tome no máximo um ou dois gramas por hora, que é o que o organismo consegue assimilar. Acima disso, acaba eliminando pela urina. Vi uma pesquisa, que acho que devo mencionar, de que a Vitamina C não deve ser utilizada por quem está fazendo quimioterapia, justamente porque é antioxidante, e a quimioterapia pressupõe oxidar. Fica o registro.

VI
A dica é do livro, não um receituário de vitaminas. A idéia é de que cada um pegue o livro em uma biblioteca, ou compre. Há informações valiosíssimas do Prêmio Nobel de Química.
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O texto abaixo foi enviado por Tatiana, como comentário, e resolvi colocar na continuação da matéria como contribuição à discussão.
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Enviado por: Tatiana
O tema dos antioxidantes é absolutamente fascinante. Fiquei sabendo da sua luta particular há pouco e saiba que lhe sou muito solidária. Estaremos orando. Acho ótimo o sr. usar este espaço para compartilhar e debater sobre saúde tb.
Como sou oncologista infantil meu pai sempre me questiona sobre os e-mails que recebe sobre terapias alternativas, descobertas contra o câncer e afins.
Tomei contato com este estudo do Dr. Pauling ainda na escola, nas aulas de química. Entretanto, há apenas uns 3 anos tenho procurado me aprofundar no tema da nutrição, tão negligenciado nas faculdades de Medicina em todo o mundo.
Na verdade, as vitaminas, assim como tantas outras substâncias antioxidantes são fundamentais ao bom funcionamento e tb ao reparo do nosso maquinário químico e molecular. Muito se tem falado atualmente sobre seu uso, principalmente em doenças crônicas e câncer. Entretanto, tudo ainda é considerado “experimental”. Eu explico: para uma determinada substância ser determinada como adequada para uso em determinada doença existem padrões de estudos a serem feitos. Primeiro testes in vitro (no tubo de ensaio.rs), depois testes em animais, humanos e, finalmente os ensaios clínicos. Nesses os padrão-ouro são os estudos prospectivos (com análise somente dos dados aind a serem obtidos), multicêntricos (em vários centros de pesquisa ao mesmo tempo), duplo-cegos (nem o paciente nem o médico que administra sabe quem está tomando a substância a ser testada ou a mais eficiente em uso no momento do estudo), randomizados (os pacientes são distribuídos igual e aleatoriametne nos grupos) e com número suficiente de pacientes que gere significância estatística no resultado para que qualquer recomendação seja feita. Isso é a tal medicina baseada em evidência. Esses estudos são difíceis de ser conduzidos, caros e em alguns casos quase impossíveis, no caso de doenças raras em qeu o número de pacientes acometidos jamais dará “significância estatística”.
Bom, eu expliquei isso tudo aqui para dizer o seguinte: apesar de ser consenso que as vitaminas e outros AO são obviamente benéficos à saúde nas doses recomendadas diariamente, quase nada se sabe ainda sobre seus efeitos e interações medicamentosas no tratamento de doenças como o câncer, por ex. Alguns resultados são animadores, como no caso do açafrão, tornado público no caso do nosso vice-presidente, mas o fato é que nenhuma recomendação oficial pode ser feita ainda. Nesses casos, a “recomendação” é que o médico tenha cautela no uso e decida junto com o paciente. Por exemplo: o câncer está associado a estresse oxidativo. Assim, AO seriam úteis no seu combate. Entretanto, as terapias que conhecemos atualmente que se provaram eficazes (quimio, radio) tb fazem uso de estresse oxidativo para produzir seu efeito na célula cancerosa e tb nas normais. Assim, existiria teoricamente, uma redução na eficácia desses tratamentos. Nos casos em que o paciente está “desenganado”, geralmente os médicos topam tudo (vitamina, cogumelo, reza braba, etc), mas quando não é assim, os médicos tb ficam numa posição muito delicada, principalmente atualmente em que há uma verdadeira indústria do processo. No caso da vitamina C, há que se ter cautela tb pela grande acidificação urinária que altas doses provocam, interferindo na excreção de algumas drogas e metabólitos e tb com potencial de provocar alguns tipos de cálculos renais. Várias coisas têm de ser levadas em consideração para que algo seja recomendado “oficialmente”. Concordo que a indústria farmacêutica frequentemente manipula o mercado, médicos e pacientes de acordo com seus interesses (como no caso da homocisteína, por exemplo, facilmente controlada com ácido fólico. Descoberta essa que custou a carreira de um grande pesquisador de Harvard devido as estatinas serem muito caras e ser mais “interessante” se preocupar apenas com o colesterol). Conheço uma neurologista infantil muito capaz que, em paraleo com outras medicações, usa vitaminas no tratamento de distúrbios comportamentais com excelente resultado. Mas não existe uma recomendação, é experiência pessoal. Entende? eu mesma já fiz uso de AO junto com o tratamento convencional em meus pacientes, mas foi opção minha e das famílias. Não é “certo”, nem “errado”. Até porque, o “câncer” é o termo usado para uma enormidade de tumores malignos extremamente diferentes entre si, com comportamentos biológicos e resposta aos tratamentos completamente diferentes entre si (ex: para alguns quimio é fundamental, para outros de absolutamente nada adianta, etc). Assim, falar tb na “cura do câncer” de um modo geral, seria improvável, pois são doenças muito diferentes entre si.
O homem tem enorme capacidade e inteligência dados por Deus e a ciência tb é uma dádiva dEle. Entretanto, ainda estamos longe de compreender perfeitamente os meandros moleculares do nosso organismo perfeito e da sua interação com os alimentos e substâncias que Deus nos proveu na natureza. Mas, mais importante que isso, graças a Deus a “lista do check-in” não está nas mãos dos médicos e nunca estará, por mais que o homem se ufane no seu conhecimento. A resposta final é sempre de Deus

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jan 10 2010

DAS DESCOBERTAS

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Tenho, por circunstâncias conhecidas, mantido freqüente contato com médicos. Especificamente para o problema que relatei, na divisa do esfôfago com o estômago, consultei, até agora, nove médicos. Apenas uma – minha atual médica – perguntou qual era minha alimentação e longamente me orientou quanto à alimentação necessária.

II
Consultei, ainda, um médico figurão. Indaguei sobre pesquisas com a curcumina (Cúrcuma Longa). O médico fez questão de repetir “não há comprovação científica, não há comprovação científica”. Só que a pesquisa foi relatada no BJC – British Journal of Cancer, e amplamente divulgada. Só que o sujeito se recusa a ver e a ouvir, o que é uma característica curiosa. Não falei de simpatias ou rezas – que, por sinal, também acredito – mas de pesquisas científicas, e o sujeito não queria sequer ouvir falar.

III
Há algo profundamente errado na medicina. Há um nível de especialização tão absoluto, e uma devoção ao que é químico e artificial, que findam por trazer indagações se os benefícios superam os malefícios. Quantos semestres de nutrição um estudante de medicina cursa? Pois é. Na maioria das faculdades, nenhum semestre. Quando há, é apenas um. Na porta de cada médico, no entanto, um simpático representante de laboratórios, cheio de amostras-grátis, de brindes, e de referências quanto ás novas drogas em estudo ou já aprovadas.

IV
Isso não é privilégio da medicina. Profissionais medíocres existem em qualquer área, e aqui incluo, de imediato, advogados. Os que não criam, não estudam, não se aprofundam, não tomam o problema na sua inteira dimensão ou apenas copiam o trabalho dos que estudam. E há juízes absolutamente superficiais, absolutamente desinteressados, enfadados com a profissão que escolheram. Há gente medíocre, pois, em tudo que é área. Mas é claro que na medicina isso assume uma dimensão diferente. Vemos o médico como um sacerdote, e nele depositamos uma fé quase religiosa.

V
Essa mistura envolvendo médicos – indústria farmacêutica é complicada. Essas corporações são grandes conglomerados internacionais, grandes indústrias químicas com ramificações farmacêuticas. Os relatos de drogas mal sucedidas, de corrupção de autoridades responsáveis pela liberação das drogas — o FDA, por exemplo, Food and Drugs Administration — são freqüentes. E envenenamentos provocados pela indústria química. E pesquisas feitas de acordo tão somente com o interesse da indústria, ou pior: de resultados não divulgados, sonegados, porque vão contra os interesses da indústria. Melhor ver o documentário “Corporations”, extraordinário no relato desses absurdos, de crimes. Essa indústria visita médicos, dá brindes, divulga as pesquisas que lhe interessa e, claro, financia campanhas políticas.

VI
Por incrível que pareça, isso foi uma introdução. É que me chamou a atenção uma matéria na revista Época falando sobre, digamos, novas origens de doenças. Há pesquisas – sim, de hospitais e também de laboratórios – fazendo referência a novas teorias sobre origens de doenças. E algumas são desconcertantes frente ao que nos divulgam até agora.

VII
Obesidade pode ser ocasionada pelo adenovírus Ad-36. Esquizofrenia pode ser causada Toxoplasma gondii, o parasita que se esconde nas fezes dos gatos, e que também causa toxoplasmose. TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo pode ser causado por bactérias do gênero streptococcus. Câncer de mama pode ser causado pelo vírus MMTV, que ocasiona tumor mamário em camundongos. Câncer de próstata pode ser causado por um vírus ligado à leucemia murina xenotrópica (XMRV). Diabetes pode ser causada por um grupo de enterovírus chamado coxsackievírus B (CVB).

VIII
São estudos extraordinários, que podem modificar de forma completa o entendimento e o tratamento das doenças, como ocorreu com a úlcera a partir da identificação da bactéria que a causava. Mas, se confirmados esses estudos, significa que até agora as pessoas estão recebendo TRATAMENTO ERRADO. A notícia das descobertas é excelente, mas dá muito o que pensar a propósito das experiências a que somos submetidos.

IX
É isso. Ficou um longo texto, mas a idéia era chamar a atenção, primeiro, para o conservadorismo absoluto de alguns profissionais, que provavelmente esconde a mediocridade. Negam até mesmo a existência de pesquisas científicas. De outro, abordar o poderio de laboratórios e a necessidade urgente de pesquisas LIVRES, voltadas ao interesse público, e não apenas aquelas que interessam aos laboratórios. Quem pode bancar isso? O Estado, é claro. E aí vem a cantilena, agora com o apoio dessa indústria, de necessária diminuição dos gastos públicos. Por último, para que pensemos nessas abordagens diferentes a propósito de doenças, e que estão sendo estudadas até em meios conservadores.

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jan 10 2010

“CAFÉ ANTIGO”

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Enviado por: Felix S.R. Neto
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Esse negócio de “blog” é um espaço de debate rápido, assim meio de passagem, como se fosse o café antigo, nas vizinhanças da nossa casa ou trabalho. Pode ser aproveitado para piadas idiotas, pra futebol ou, quando com pauta provocada pela sensibilidade desse meu amigo, resultar em ajuda ao esclarecimento mútuo. Daí me atrevo ocasionalmente, embora consciente das coisas tenderem muito à rota do AERUS, infelizmente apenas taxiando ou no hangar. Hoje, no entanto tenho um pouco sobre o tema, quando mais não seja afetivamente e me alongo.

Ditaduras, operação Condor e coisas do tipo, levaram minha irmã caçula ao Estádio Nacional, em Santiago do Chile. Com 18 anos, recém casada e cujo marido, também brasileiro, cursava sociologia. Não foi pra torcer pelo Brasil e nem foi nas arquibancadas, mas embaixo destas, onde as execuções e interrogatórios se sucediam. Ela própria interrogada, inclusive por agentes da CIA. Pois bem, naqueles dias infamantes pro Itamarati, como ela se saiu disso e foi posta no primeiro avião que decolou para o Brasil depois do ataque ao La Moneda?

Foi por interferência dos gerentes do Banco do Brasil e da saudosa VARIG em Santiago. Este texto carrega um pouco do meu grande preito de gratidão não somente a eles, mas a toda gente daquela organização cujas filiais estrangeiras eram ditas como consulados brasileiros e que levou isso ao limite na ocasião.

Quanto aos caças franceses! Pessoalmente minha intuição é de que Presidente está no caminho certo. Armamento sofisticado para as forças armadas não pode ser uma coisa de momento. Nem a Varig faria isso hoje. Compra Tupolev hoje, um Boeing amanhã, conforme a relação “estado-da-arte” moderna e preço. Até componente complica. Veja-se o caso dos Tucanos que não pudemos vender à Venezuela, por que o fornecedor invocou cláusula contratual de fornecimento e vetou.

Quando foi da concorrência para o sistema de rastreamento da Amazônia, uma empresa francesa ganhou. Houve alvoroço, denúncias por certa agência tida por muito bisbilhoteira e o resultado foi anulado. Daí a Raythion levou. Naquela época eu torcia por uma terceira proposta, feita por pessoal do CTA de São José do Campos em que (tal qual o caça sueco) tinham apenas um projeto no papel, que combinava tecnologias ocidentais e orientais (depois da queda do Muro a coisa ficou mais acessível). Tal projeto, se vencesse, viabilizaria o melhor estado-da-arte na espécie. Nosso sistema varreria todo o Caribe e o Sul dos EUA. Propiciaria algo como 20 mil empregos e provavelmente seria o mais competitivo do mundo pra outros negócios. O príncipe que então nos governava declarou que estava comprometido com um governante adepto de charutos (não era Fidel) e desprezou proposta da burguesia nacional (“que não tem vocação hegemônica e se contenta com papel subalterno”, segundo escreveu, embora queira que isso – seu texto – seja esquecido).

O Brasil já foi parceiro da França não somente quanto a armas, mas também quanto à estruturação do Exército. Um marco fácil de identificar-se o início da influência estadunidense, após a II Guerra, é quando os uniformes passam a incluir gravata. Antes eram fechados até o pescoço. Cá pra nós que, com nosso calor, isso foi um avanço. Decerto pelo Napoleão, a artilharia manteve o jeito francês por muito mais tempo que as outras armas.

Pois bem. Se queremos uma parceria que melhor desenvolva nosso parque industrial militar, propiciando-nos autonomia (segurança na reposição), empregos e até bons negócios, quem seria melhor do que um país com tecnologia de ponta, mas sem escala de necessidades próprias e fatia de mercado cativa, como a França?
A Suécia? Talvez fosse um pouco, mas alguém conhece um submarino ou porta-aviões desenvolvido na Suécia. Alguém lembra de caças suecos fazendo o estrago que os Mirages vendidos a Israel fizeram contra os Migs do Egito, Síria, Jordânia etc?

Produto e tecnologia de produção os franceses têm, mas escala de produção não, pois não têm mercado garantido pra tanto justificar. Ouso imaginar que, a longo prazo, uma tal parceria vá ter o parceiro preponderante abaixo da linha do Equador, para desenvolver caças com quantas turbinas estiverem na moda ou até sem turbinas.

Por fim. Qual a capacidade da Suécia turbinar novo membro ao Conselho de Segurança da ONU?

Quando possível volto para mais um cafezinho e um bate-papo como esses daqui, que dão gosto! Feliz ano novo pra todos e que o pessoal do AERUS saiba que um segurado da PREVI compreende e é afetivamente solidário.

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jan 08 2010

A ARGENTINA, A VERDADE E A IMPRENSA

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A notícia que a imprensa publica é uma, a verdade é outra. Foi dito, há pouquíssimos dias, que a Presidenta da Argentina pediu que o presidente do Banco Central daquele País pedisse demissão. E ele recusou o pedido. A Presidenta, portanto, teria sido publicamente humilhada. Essa é a versão da imprensa.

II
Se fosse só isso, voltaríamos à discussão do Banco Central Independente, ou autônomo. Ou seja, um órgão dos bancos e para os bancos, onde o Presidente da República não manda. De nada adianta votar porque quem manda na política monetária não é o Presidente da República, mas um banqueiro escalado para presidir o Banco Central. E me preocupou uma entrevista da Senadora Marina Silva, do PV, ao defender candidamente “banco central autônomo”. Pareceu-me que esse verde, do PV, estava mais próximo do verde do dólar.

III
Mas o que houve na Argentina foi além. A Presidenta da República solicitou que 6,5 bilhões de dólares das reservas fossem apartados para um fundo destinado a pagar títulos da dívida argentina. A Argentina ainda deve muito no mercado internacional. Fez esse movimento, separou mais esses 6,5 bilhões, dentro uma política de buscar a normalização da situação argentina no mundo. E o Presidente do Banco Central Argentino se recusou. A Presidenta solicitou que ele pedisse demissão. E ele se recusou, de novo.

IV
Ontem, a Presidenta da Argentina demitiu o Presidente do Banco Central. O que há na Argentina?

V
Em primeiro lugar, há a oposição ferrenha, cotidiana, insana do grupo El Clarin. A propósito, o dono do jornal está sendo processado porque há desconfiança de que seus filhos adotivos sejam, na verdade, filhos de sangue de militantes políticos mortos durante a ditadura. O caso foi denunciado pelas “Avós da Praça de Maio”, aquelas cujos netos foram seqüestrados e entregues a alguém para adoção.

VI
A imprensa brasileira tentar fazer parecer irresponsabilidade o que houve na Argentina. Na verdade, o que o governo argentino fez foi buscar pagar mais um pouco da sua imensa dívida, apartando recursos. E foi impedido pelo boicote deliberado do presidente do Banco Central. A Presidenta da República tão somente restabeleceu a autoridade e demitiu o sujeito.

VII
Daí as reflexões necessárias: a primeira, sobre a insanidade de bancos centrais independentes; a segunda, sobre a distorção de informações feita pela mídia, tanto a argentina quanto a brasileira.

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jan 08 2010

MILITARES

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Duas situações atuais envolvendo os militares. A primeira, o estabelecimento da Comissão da Verdade; a segunda, a questão da compra dos caças.

II
Alguns países, a exemplo da Argentina, anularam as leis que anistiaram militares pelos crimes praticados durante a ditadura. Há poucos dias houve a condenação do General Videla. Antes disso, há cerca de 3 anos, um bispo argentino foi condenado: era dedo-duro, entregava aos militares até mesmo o que ouvia durante as confissões.

III
Aqui, a discussão é outra. Há duas possibilidades em curso. A primeira, a de fazer como na Argentina, ou seja, não considerar anistiados os crimes bárbaros cometidos durante a ditadura. É preciso que fique claro: a ditadura brasileira implantou uma nova Constituição Federal em 1967; dois anos após, a Emenda Constitucional nº 01 foi praticamente uma nova Constituição. E editou atos institucionais, e leis, e decretos-leis. Ou seja, mexeu como quis na estrutura jurídica. E DESCUMPRIU SUAS PRÓPRIAS LEIS. Ou seja, mesmo as bárbaras leis da ditadura não previam a autorização para a tortura, para a morte sumária sem julgamento, para as execuções feitas.

IV
Há um caso emblemático sobre a tortura. A prisioneira, após apanhar, após ser estuprada, após ser humilhada, é sentada, nua, sobre uma lata. Os torturadores começam a bater, com pedaços de pau, nessa lata, até que o rato, que se encontrava no interior da lata, enlouquecido, busca qualquer saída. E entra pela vagina da prisioneira. A prisioneira enlouqueceu. Isso aconteceu aqui, no Brasil, e é apenas um fato, um lembrete, uma das milhares de histórias bárbaras sobre o que houve.

V
E há mais. Houve empresários, que financiavam a paramilitar Oban – Operação Bandeirantes – que disputavam ingressos para assistir a sessões de tortura. A ditadura brasileira se prestou a isso, a divertir empresários maníacos com suas sessões de tortura, quando iam assistir a tortura dos seus opositores.

VI
É possível o caminho da Argentina, o de julgar os que cometeram esses crimes, os que atentaram contra as próprias leis da ditadura. E há outro caminho, o da África do Sul, que é o de fazer toda a verdade vir à tona, inclusive os cadáveres até hoje escondidos. É outra possibilidade, é tentar reconstruir uma nação a partir da dolorosa verdade, e não da hipocrisia. Não significa processar, mas abrir toda a verdade.

VII
Os militares, por meio de seus clubes, têm se manifestado contra qualquer das possibilidades. E rosnam, e ameçam. É curioso: se se orgulham tanto de seus feitos, por que esconder? E se diziam que havia apenas “excessos”, e não uma política institucionalizada de tortura e extermínio, por que não revelar esses tais excessos? Na verdade, em 1964 houve um golpe entreguista, planejado e financiado pela CIA, e que envolveu civis e militares brasileiros. Foi tão somente a continuidade do golpe de 54, interrompido por Getúlio com seu suicídio.

VIII
Quanto à questão dos caças, já comentamos aqui. É preciso descartar, de imediato, os caças norte-americanos. Os EUA não transferem tecnologia. Ainda pior: os EUA impediram a Embraer de vender supertucanos à Venezuela porque são utilizados componentes norte-americanos. A Venezuela acabou comprando aviões da Rússia. Não dá para confiar, portanto, em qualquer promessa dos EUA. Quanto aos aviões suecos, além de terem apenas uma turbina, nunca foram testados em combate e nem fora dele: ainda são projetos no papel.

IX
O curioso, no entanto, é que se cria um clima de vazamento de informações dentro da área militar. A compra de caças não se dá a partir de preço, como se fosse uma feira. Envolve transferência de tecnologia, reciprocidade, compromissos de compras de outras mercadorias. E é assunto, enfim, do Presidente da República. A aeronáutica, no entanto, deixa vazar informações de que estaria descontente, e faz o que pode para que o governo fique em uma saia justa.

X
Não há conflito de opinião entre superior e subordinado. O que há é um sobordinado demitido. Logo, se esse Grupo da FAB resolveu botar as manguinhas de fora, deve ser imediatamente enquadrado, deve ser restabelecida a disciplina. Devem, enfim, ser punidos. O País não pode continuar refém desses que rosnam, que ameaçam veladamente, que abrem mão da dignidade militar para vazar informações à imprensa. É o resquício da velha República do Galeão, a mesma que levou Getúlio ao suicídio em 1954. São setores da aeronáutica que precisam ser enquadrados.

XI
São, portanto, dois assuntos envolvendo militares, e ambos com feições parecidas: a necessidade de fazer com que voltem para os quartéis. Geisel conseguiu isso, em 77, quando demitiu o General Silvio Frota. Mas Geisel era Geisel, e Lula é Lula. A conjuntura, também, é absolutamente diferente. Qualquer episódio desses pode ser aproveitado pela imprensa golpista para semear a instabilidade econômica e política. É preciso ser firme, mas é preciso que haja inteligência nessa firmeza. A imprensa cria crises sem qualquer fundamento, e pode se aproveitar desse momento para buscar, mais uma vez, desgastar o governo ao ponto do golpe.

XII
O que não se pode mais é viver permanentemente sob ameaça velada. Ou é uma nota de algum clube de militares de pijama, ou são vazamentos à imprensa, ou é desrespeito aberto e direto ao Presidente da República. Ou seja, o Brasil não está, ainda, em plena normalidade institucional. Só estará quando os militares forem definitivamente enquadrados na hierarquia e forem plenamente subordinados ao Presidente da República.

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jan 08 2010

“MINHA INDIGNAÇÃO”

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Enviado por: Edelweiss Cutrim
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Minha Indignação
Por tudo que rodeia nosso País, Pobre Brasil, tão rico de recursos e tão abjetamente explorado. Vejo a cada dia a Nação perdendo sua própria natureza, seus recursos naturais sendo consumidos pela ganancia financeira daqueles que detêm o poder centralizando lucros e distruindo o planeta em nome do conforfo fácil e mordomias. E o que dizer do estrangeirismo que assola todas as partes da nação? Em pouco tempo nossos netos não conhecerão mais as palavras da lingua portuguêsa, desconhecerão por completo. Hoje para se concorrer a uma vaga de emprego tem-se que saber falar línguas estrangeiras e como base fluir no Inglês. As lojas só estampam palavras estrangeiras, o que é brasileiro é brega, é ultrapassado, o que é estrangeiro é chic. Deus, até quando vai isso? Esse estrangeirismo deve ser no mínimo controlado no Brasil. Não gosto e não concordo com o ignorar da nossa Pátria. Sou brasileira sim e com muito orgulho, quem não o é, queira por gentileza ser feliz mais adiante. Vamos brasileiros de coração combater esse absurdo, vamos defender o que é nosso ou pelo menos nos mostrarmos incomodados com tal situação, já que os nossos representantes não se importam com o que acontece “Isso de fato é uma Vergonha”.

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