jan 08 2010

“MINHA INDIGNAÇÃO”

Postado por Maia at 10:17 sob Uncategorized

Enviado por: Edelweiss Cutrim
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Minha Indignação
Por tudo que rodeia nosso País, Pobre Brasil, tão rico de recursos e tão abjetamente explorado. Vejo a cada dia a Nação perdendo sua própria natureza, seus recursos naturais sendo consumidos pela ganancia financeira daqueles que detêm o poder centralizando lucros e distruindo o planeta em nome do conforfo fácil e mordomias. E o que dizer do estrangeirismo que assola todas as partes da nação? Em pouco tempo nossos netos não conhecerão mais as palavras da lingua portuguêsa, desconhecerão por completo. Hoje para se concorrer a uma vaga de emprego tem-se que saber falar línguas estrangeiras e como base fluir no Inglês. As lojas só estampam palavras estrangeiras, o que é brasileiro é brega, é ultrapassado, o que é estrangeiro é chic. Deus, até quando vai isso? Esse estrangeirismo deve ser no mínimo controlado no Brasil. Não gosto e não concordo com o ignorar da nossa Pátria. Sou brasileira sim e com muito orgulho, quem não o é, queira por gentileza ser feliz mais adiante. Vamos brasileiros de coração combater esse absurdo, vamos defender o que é nosso ou pelo menos nos mostrarmos incomodados com tal situação, já que os nossos representantes não se importam com o que acontece “Isso de fato é uma Vergonha”.

3 respostas até o momento

3 Respostas em ““MINHA INDIGNAÇÃO””

  1. João Leopoldoem 08 jan 2010 �s 20:48

    Boa noite a todos,
    cada um tem sua maneira de ver as coisas. Eu tive a oportunidade de conhecer vários paises mundo a fora, por conta da minha profissão. Eu particularmente pensava a mesma coisa antes de conhecer os mais diversos lugares, culturas e seus povos e quase todos não dão a mínima para o “inglesismo” (com exceção da França que se nega em falar ingles), se é que existe esta palavra. Os valores pelo mundo são outros, valor moral, valor cultural, valor da família e por aí a fora e creio que são estes valores que temos que correr atrás, são estes os valores que estão sendo deturpados no nosso país. A Globalização é que está contribuindo para que tudo isso ocorra de maneira rápida e pouco tempo temos para nos adaptar. A língua inglesa é a comunicação internacional, pois é a mais fácil de aprender a nível mundial. O Sr Ludwik Lejzer Zamenhof tentou o Esperanto para que fosse a linguagem internacional, muitos falam em Esperanto (até eu tentei estudar, mas achei super difícil), mas não conseguiu colocar.
    O Brasil é uma grande nação e temos aqui várias etnias que fazem diversas maneiras de expressão de norte a sul.
    Portanto, vamos nos ater em recuperar nossos valores perdidos porque tentar mudar o modismo da Globalização será quase impossível.
    O texto abaixo foi tirado da internet.

    “…Prós e Contras da Globalização
    A abertura da economia e a Globalização são processos irreversíveis, que nos atingem no dia-a-dia das formas mais variadas e temos de aprender a conviver com isso, porque existem mudanças positivas para o nosso cotidiano e mudanças que estão tornando a vida de muita gente mais difícil. Um dos efeitos negativos do intercâmbio maior entre os diversos países do mundo, é o desemprego que, no Brasil, vem batendo um recorde atrás do outro.

    No caso brasileiro, a abertura foi ponto fundamental no combate à inflação e para a modernização da economia com a entrada de produtos importados, o consumidor foi beneficiado: podemos contar com produtos importados mais baratos e de melhor qualidade e essa oferta maior ampliou também a disponibilidade de produtos nacionais com preços menores e mais qualidade. É o que vemos em vários setores, como eletrodomésticos, carros, roupas, cosméticos e em serviços, como lavanderias, locadoras de vídeo e restaurantes. A opção de escolha que temos hoje é muito maior.

    Mas a necessidade de modernização e de aumento da competitividade das empresas produziu um efeito muito negativo, que foi o desemprego. Para reduzir custos e poder baixar os preços, as empresas tiveram de aprender a produzir mais com menos gente. Incorporavam novas tecnologias e máquinas. O trabalhador perdeu espaço e esse é um dos grandes desafios que, não só o Brasil, mas algumas das principais economias do mundo têm hoje pela frente: crescer o suficiente para absorver a mão-de-obra disponível no mercado, além disso, houve o aumento da distância e da dependência tecnológica dos países periféricos em relação aos desenvolvidos…”
    Quero deixar claro, que gostaria também que tudo fosse brasileiro e que a língua internacional fosse a nossa… falar em inglês é um saco, masss.
    Grande abraço a todos.

  2. JC BOLOGNESEem 09 jan 2010 �s 23:35

    Prezada Edelweiss,

    Devo ao inglês a profissão que me manteve por trinta anos e me deu uma aposentadoria que foi roubada com a conivência de gente que detesta inglês. Antes de voar na Varig, fui metalúrgico em fábrica de carros em São Bernardo do Campo e estudava inglês, em vez de ir para o sindicato. Sem pai e com mãe lavadeira e analfabeta, do ponto de vista da esperteza de resultados, talvez eu tenha feito tudo errado….mas tenho a consciência tranquila. Existe uma diferença oceânica entre aprender inglês, alemão, francês…..javanês…., com o propósito de evoluir na vida em oposição a “macaquear” inglês em vitrines de shoppings com “sales”, “off”, “outlet” etc. Mas ainda assim, não é o uso bom ou ruim de idioma estrangeiro que agride a nacionalidade. Você já viu algumas resposta de provas do ENEM? Uma das perólas lá: “A bacia amazônica é formada de várias bacias esferográficas” É preciso que aprendamos nosso idioma e o cultivemos com a ferramenta fundamental: A leitura.
    Seu lindo nome (estrangeiro) é o nome da flôr símbolo da Áustria. Em 1965, quando eu era metalúrgico e estudava inglês, um lindo filme “A Noviça Rebelde” (The Sound of Music) ganhou 5 Oscars. Uma de suas mais lindas músicas (americana, não alemã) é “Edelweiss”. Abaixo no Youtube, mais abaixo, as letras em alemão, inglês e português.

    Abraço
    JCB

    Edelweiss – The Sound of Music – Wiener Sangerknaben

    http://www.youtube.com/watch?v=CxgKydtWjRg

    ALEMÃO

    Musica: Richard Rodgers
    Text: Oscar Hammerstein II
    Deutsch: Desconhecido

    Edelweiß, Edelweiß,
    Du grüßt mich jeden Morgen,
    Sehe ich dich,
    Freue ich mich,
    Und vergess’ meine Sorgen.
    Schmücke das Heimatland,
    Schön und weiß,
    Blühest wie die Sterne.
    Edelweiß, Edelweiß,
    Ach, ich hab dich so gerne.

    ENGLISH

    Music: Richard Rodgers
    Lyrics: Oscar Hammerstein II
    Musical: “The Sound of Music”

    Edelweiss, Edelweiss
    Every morning you greet me
    Small and white,
    clean and bright
    You look happy to meet me.
    Blossom of snow
    may you bloom and grow,
    Bloom and grow forever.
    Edelweiss, Edelweiss
    Bless my homeland forever.

    Edelweiss
    Edelweiss
    Toda manhã você me cumprimenta
    Pequena e Branca
    Clara e Brilhante
    Você parece feliz por me encontrar

    Floco de neve
    Que você possa desabrochar e crescer
    Desabrochar e crescer pra sempre
    Edelweiss
    Edelweiss
    Abençoe a minha terra pra sempre.

    Instrumental

    Floco de neve
    Que você possa desabrochar e crescer
    Desabrochar e crescer pra sempre
    Edelweiss
    Edelweiss
    Abençoe a minha terra pra sempre.

  3. Edelweiss Cutrimem 10 jan 2010 �s 16:54

    Olá amigos, sei verdadeiramente que o tema “estrangeirismo” é polêmico. Alguns são contra, outros a favor e outros extremamente radicais. Eu estou mais para “contra”, quando dificulta a vida do brasileiro, quando puramente passa a idéia de status e não acrescenta nenhuma utilidade ao povo ou a Nação.
    João Leopoldo concordo com você em relação a Globalização, essa máquina de moer vidas. Grandes empresas ou multinacionais que se instalam em nossas terras, não utilizam mão-de-obra local, argumentando não serem qualificados para a função, buscam fora o que com certeza temos aqui. Seria conveniente oportunizar lapidamento da demanda existente, mas para as empresas não dá status. É comum vermos nortistas e nordestinos brasileiros sendo preteridos em função da super proteção daqueles bem favorecidos ou que têm experiências em outros países.O que mais me agride, é que nos empurram movimentos, costumes, condicionamentos estrangeiros e por força da “globalização de idéias” temos que aceitar e substituir até nossos valores morais, espirituais, culturais por importações nada convenientes aos padões pessoais. Enquanto isso, há recorde de desemprego.
    Reconheço que a oferta de produtos estrangeiros no mercado nacional força a baixa de preço daqueles produzidos no Brasil, aparentemente lucramos com isso, sorte nossa se não precisarmos fazer uso do certificado de garantia ou de reposição de peças. O conhecimento de outros idiomas é até salutar, exercita a memória e poderemos precisar dele para comunicação. Só não concordo é com a substituição de palavras pertencentes a nossa língua por palavras estrangeiras. inadequações de termos de tantos idiomas no nosso dia-a dia. Qual o verdadeiro sentido em trocar a palavra intervalo por coffe-break? Um dos pais da filosofia analítica LUDWIG WITTGENSTEIN dizia o seguinte: Os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo. Concordo com ele em aumentarmos nossos conhecimentos para melhor comunicação com o mundo. portanto só temos que ter cuidado para não entregarmos o que é nosso por displicencia ou confiar demais.

    JC Bolognese:

    Quanta gentileza a sua. Obrigada pela letra da música Edelweiss. Certa vez ganhei de um padre alemão a flôr Edelweiss. Tenho o CD com a música da Noviça Rebelde.
    Obrigada também pelo seu comentário, no seu caso foi propício estudar o inglês tentando um desenvolvimento intelectual e mais tarde por força da função, era o ideal. Acho inaceitavel a exigencia de línguas estrangeiras em funções que não tem aplicabilidade prática, mas entendo que as trocas de conhecimentos entre países devem acontecer, para respeitabilidade entre povos e possíveis comercializações, mas não a substituição da língua e valores culturais.
    De fato já chegou-se ao cúmulo de vermos tantas pérolas no uso da nossa língua e a tendencia é os livros da gramática portuguesa darem espaços para os estrangeiros, em consequencia: novas pérolas virão.
    Os usos e costumes da língua sofrem modificações, mas certamente algumas não são oficializadas e sim, se incorporam no linguajar do povo. Veja bem, aprendemos na escola a colocação do verbo (voltamos) no presente do indicativo – 1ª pessoa -plural e (voltaremos) futuro do indicativo – 1ª pessoa do plural. No entanto, numa perspectiva de futuro a nossa linda e competente Fátima Bernardes do Jornal Nacional, só fala: nós voltamos daqui a pouco. O certo seria dizer: Voltaremos daqui a pouco.

    Pois é, veja que contradição, eu que adoraria ser chamada de Maria e aprecio tudo que faz parte das raízes do nosso Brasil, recebí dos meus pais um nome alemão, isto pelo fato da minha mãe também chamar-se Edelweiss, talvez por isso, goste muito do meu nome.

    Agora vamos pedir a DEUS que o parto AERUS conclua logo, pois a criança está prestes a morrer enforcada pelo cordão umbilical.

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