abr 18 2010
NO DF, A LÓGICA
Pois deu a lógica: a eleição indireta para o mandato-tampão de governador do DF foi controlada por Joaquim Roriz e por Arruda, ambos sob investigação da Polícia Federal. O governador “eleito” serviu a esses dois senhores, em uma oportunidade como presidente de uma estatal, em outra como secretário de Estado.
II
Em síntese, em Brasília não há o menor perigo de melhorar. O destino da capital do País foi decidido por 13 deputados distritais.
IV
A capital do País não é uma questão que diz respeito a todos os brasileiros? Então como pode o seu destino dizer respeito tão somente a 13 deputados distritais? Ou mesmo, como pode o destino das capitais do País ser decidido apenas por quem mora na capital federal? Brasília diz respeito a todos os brasileiros. Deve, necessariamente, ser administrada por alguém indicado pelo Presidente da República. A câmara distrital deve ser fechada. O Tribunal de Contas do DF deve ser extinto.
Dr. Maia,
Sem dúvida alguma razão lhe assiste, e creio que essa sempre é a mais recente intenção dos grupos políticos que se assenhoraram, como caciques do Distrito Federal, com a conivência do Governo Federal, inclusive de Lula que sequer aqui trabalha, ou melhor, que nem aqui trabalha.
Vamos ao projeto do Estado do Planalto, tudo estava caminhando para sua concretização, a começar pela instalação do Governo, por Arruda e Paulo Otávio da sede do Executivo do DF no denominado Palácio Buritinga – a antiga academia de Política Militar, localizada em Taguatinga Norte, e o abandono da antiga e histórica sede no Plano Piloto, que era no Palácio Buriti.
O Projeto do Estado do Planalto está em andamento com as obras, que continuam, como por exemplo, as da EPTG que tratam de viabilizar o trânsito na direção de Taguatinga, na divisa com Ceilândia – a maior cidade do atual Distrito Federal, numa área bem próxima ao Estádio Cerejão onde estava prevista a construção do complexo administrativo do novo Estado.
Construir o novo Estado do Planalto e a partir dele dominar políticamente a nova unidade federativa ainda não é projeto de sepultado pois interessa a muitos, inclusve os que defendem, como é o seu pensamento exposto neste post, o controle do Governo Federal da área onde está instalada a Administração do país, mais especificamente o Plano Piloto o qual é habitado por mutos “estrangeiros”, gente que só mora aqui enquanto ocupantes de cargos na administração federal durante a gestão de seus correligionários políticos, os próprios políticos que transitam pela Capital Federal enquanto ocupantes de cargos no Congresso, e muitos funiconários públicos,, lobistas, etc.
Que o Governo Federal administre o espaço onde está instalada a Administração Federal, creio que nenhum morador do Distrito Federal se opões, mas que para isso o cidadão que reside no Distrito Federal nas 17 Regiões Administrativas, ou “Cidades Satélites, tenham que perder seus direitos políticos sobre a administração do espaço em que residem e vivem, isso é inaceitável, porque faz parte de uma proposta simplista, e no mínimo não cidadã, náo-democrática. Ora, cada parcela da população tem o diretio de escolher os ladrões que deseja ver roubando os dinheiros públicos que lhe são extorquidos pelos arrecadadores de tributos, e o morador do Distrito Federal, futuro “Estado do Planalnto” também tem esse direito constitucionalmente garantido.
A proposta de simplesmente manter a área do Distrito Federal, com mais de 2,5 milhões de habitantes sendo gerida pelo Palácio do Planalto é pequena e se assemlha ao retirar do sofá da sala só prque nele se deu o adultério. A propsta deve ser pensada, primeiro considerando o interesse nacional, coletivo, mas sem a limitação ou a exlcusão cidadã, e a retirada de seus direitos constitucionais. Foi pensando nisso que Arruda e Paulo Otávio e Roriz resolveram fechar questão sobre a criação de nova unidade federativa, tão corrupta como qualquer outra, governada por gente do PT, ou do PSDB, ou do PMDB, ou qualquer outro governante, pois não há gente no poder que não se aproprie dos dinheiros públicos, para si, ou para si e para seus apoiadores.
É da natureza da prática política a corrupção, seja ela em centavos, ou bilhões, mas está e pode ser ocmprovada em todos os governos, e em todas as esferas, daí que a simples exclusão de político ladrão e a cassação do direito de votar, do povo que os elegeu, vai deixar o país nas mãos de uns poucos, também ladrões, transformados dem ditatoretes, uma vez que pela lógica, nas capitais dos Estados, também os governadores deveriam nomear os prefeitos e os moradores dessas cidades não poderiam votar, já que não haveria legislativo municipal, pois ao Governo Estadual interessaria o comando da Capital do Estado que é a capital de todos os cidadãos daquele estado, assim como o DF é a Capital de todos os brasileiros. E nas cidades do interior qual seria a solução para acabar com a roubalheira? o fim do voto também?
Nessa linha de raciocínio chegaríamos a uma única solução: a continuidade do atual governo, por todos os tempos, quiçá pela autonomeação do Sr Lula, o REI DO BRASIL, e seus herdeiros seriam seus sucessores, como membros dessa Real Família, já que as eleições seriam suprimidas uma vez que, no DF o povo não deve eleger representantes porque a capital é de todo povo brasileiro, nos estados, o povo não deve eleger os prefeitos e vereadores porque a captial de um estado não é do povo que a habita, mas de todo o povo daquele estado, e por fim nas demais cidades interioranas a roubalheira de prefeitos e vereadores deveria ser combatida pela cassação do direito de voto da população, já que ela não sabe votar, ou só vota em ladrão.
A essa altura já estou achando que a doença social que deve ser combatida é a HONESTIDADE, pois toda essa confusão só existe porque tem uns poucos e barulhentos cidadãos, mal formados ética e moralmete que só vêem a vida pelo certo e o errado. Com a prisão dos honestos, sobraria muito lugar nas cadeias porque seria possível até acomodar uma pessoa por cela, e haveria muitas celas vazias já que duvido existirem mais de 300 mil pessoas honestas nesse país. Já houve quem escrevesse livro sobre a colocação dos cidadãos sadios nos manicômios e a soltura dos loucos, já que os loucos são a maioria, em qualquer sociedade, e apenas alugns acabam sendo penalizados, ou eram, pela exclusão social. Parece que o mesmo éu estaria propondo para o caso dos ladróes e honestos cidadãos brasileiros. Não se preocupe você e eu, que carregamos essa doença da honestidade, em tempos de virulenta contaminação da população pelo viros da falta de ética, imoralidade e roubalheira, nós teríamos acomodações epseciais, melhores do que aquelas do Arruda na PF.
Meu caro, o país é rico, e logo vem o Pré-sal, mais riqueza para muitos ladrões participarem da festa, por isso não dá para perder tempo enumerando quem nos rouba ou o quanto nos roubam, porque nisso seria consumida nossa vida, e frustração pura só prque tivermos uma educação que nos impingiu a honestidade como dogma, e o pior, nós é que devemos ter algum defeito genético, pois acreditamos nisso, e o mais grave levamos esses conceitos de moralidade e ética para o nosso dia a dia, e não era isso que deveríamos fazer já que tais conceitos são utopias que só vingam em mentes férteis de sonhos e desejos de um mundo melhor, coisa que nem por um instante passa pela cabeça de qualquer político, principalmente quando está no exercício do poder.
É da política roubar, sejam os sonhos dos eleitores, sejam o seu dinheiro, e acho que o mais grave é o primeiro dos atos, o segundo é o segundo, de somenos.
Um abraço, e saúde.
Olá Dr. Maia,
até onde consigo entender, Brasília não deveria ter governador nem deputados. Brasília é o DF, sede do governo brasileiro. É dali que o presidente governa toda a nação. O DF não é um estado. Portanto, deve ser regido de forma diferente e única no país. Evidentemente que não seria o presidente que iria administrar essa área. Essa tarefa cabe muito bem a um PREFEITO e só. O prefeito deve prestar contas de sua administração, diretamente ao órgãos federais respectivos. Diferentemente de como era no passado, Brasília ocupa uma pequena área de um grande estado. Antes, o estado da Guanabara abrigava uma única cidade e que era sua capital (Rio de Janeiro) juntamente com o DF. Portanto, o governador e os deputados eram do estado da Guanabara e não do DF. Nesse caso, o prefeito se reportava ao governador.
Essa é apenas a minha opinião.
Roberto Haddad
Retificando meu texto de 23/04 22:38,
o estado da Guanabara foi criado após a transferência do Distrito Federal.
O que eu quis dizer, é que enquanto DF, não havia governador e nem deputados. Somente a PDF (prefeitura do distrito federal).
R. Haddad