jun 17 2010
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Muito bem bolado. O Galvão Bueno matou no peito e mandou em frente. Aderiu a brincadeira e se saiu bem. Eu, particularmente assisto futebol pela BAND.
R.Haddad
Bom dia , Dr. Maia !
Cá estou eu novamente no meu ” Plantão da madrugada ” !
Até parece saudade dos plantões intermináveis dos vôos …
Muito bem feita a brincadeira com o Galvão Bueno .
Eu particularmente sempre gostei e muito de qualquer tipo de esporte narrado por ele . Sempre brinquei dizendo que com o Galvão Bueno até campeonato de sinuca se tornava interessante . Depois , sempre amei a Fórmula 1 , desde os tempos de Emerson Fittipaldi , aí entra o início da narração de Galvão Bueno e Reginaldo Leme . Depois veio Piquet e finalmente a era Senna , a qual acompanhei desde o início . Galvão Bueno e Reginaldo Leme foram meus passageiros na primeira classe várias vezes , e ao contrário de muitos depoimentos de colegas que se queixavam sempre da arrogância de Galvão Bueno , não tenho nada para reclamar dele . Sempre foi uma pessoa extremamente educada , divertida , profissional e jamais tive qualquer tipo de problema com ele à bordo . Me divirto com a sua maneira apaixonada de narrar seja lá o que estiver narrando , ele se ” joga ” por inteiro , eu particularmente gosto muito disto , ele não esconde quando não está gostando e é escancarado quando torce despudoradamente . É inteiramente coração .
É caso de ame-o ou deixe-o .
Eu amo seu estilo , fazer o que ?
Depois que o Senna se foi , perdi o tesão na Fórmula 1 .
Estava em Zurique quando aconteceu o desastre e voltamos via Paris para trazer o irmão e sócio de Senna ainda em estado de choque trazendo seus pertences pessoais . Só não trouxemos o corpo de Senna pois o Instituto médico legal italiano de Milão demorou para liberar o corpo .
Época terrívelmente triste para todos que o admiravam , conheciam e o tinham tido várias vezes como nosso pasageiro à bordo de nossos aviões .
Lembro com muito carinho das vezes em que o tive como meu passageiro na primeira classe , e não foram poucas vezes não .
Mas , é tudo passado , uma geração inteira não o viu correr , a Varig não existe mais , enfim , vamos em frente que ás 8:30 tem um jogão nos esperando : Alemanha X Sérvia .
Pena que a Croácia não se classificou , aí teríamos uma pequena encrenca na família , minha mãe alemã e meu pai crota …
Mas , no fundo quem sai ganhando sou eu , com dupla nacionalidade , tenho 2 chances de ser campeã … com Alemanha e Brasil …
Mentirinha , só fico feliz quando o Brasil ganha , com a Alemanha acho interessante , mas não dá barato , não mexe com o coração .
Era isto , ainda está cedo para receber o jornal , então vamos aguardar mais um pouco para a transcrição da coluna do Veríssimo .
Beijinhos carinhosos .
A propósito do ” Save the little bird ” ;
Sou a favor da salvação do passarinho , sempre !!!!
Desculpe a brincadeira , Dr. Maia , mas foi mais forte do que eu , cada vez que lia a frase , eu caía na risada …
Beijinhos carinhosos .
O slogan , ” Save the little bird ” não poderia ser utilizado pelas cuecas Zorba ?
Eles não tinham á tempos um comercial parecido ?
Ou também , poderiam ser as palavras de ordem da ” Liga das virgens esperançosas ” …
Beijinhos carinhosos .
Hi Dr.Maia
cliquei e apareceu. Obrigado Sabia da história e a chamada me deu acesso. E de lá tire outra que coloquei no Twitter. Com chamada a Petra, que agora sabemos que é meio alemã e meio croata.
Ma surpreendeu um http sem o http. Copiei num Word e permaneceu a chamada. Repito aqui:
TO SAVE THE LITTLE BIRD
Coisas da eletrônica.
Atenciosamente,
Saude e Paz, sempre.
Márcio 6067;
1/2 alemã + 1/2 crota = a uma 100% brasileira !!!!!
Beijinhos carinhosos .
Transcrevo o que a Veja publicou sobre o assunto Galvão Bueno ;
Bem, amigos…
Divulgação
A VOZ DO BRASIL
Com façanhas marcantes e gafes inesquecíveis, Galvão Bueno é, há mais de trinta anos, o narrador esportivo número 1 do país
Desde 1978, quase todas as glórias e tristezas do esporte brasileiro chegaram aos olhos, ouvidos e corações dos telespectadores pela narração rascante, emocionada e ufanista do locutor carioca Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno, que está às vésperas de completar 60 anos. Fosse a conquista do pentacampeonato mundial de futebol de 2002 – quando transmitia os gols de Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo multiplicando os erres até não poder mais, uma de suas marcas registradas -, a morte na pista, em 1994, de seu amigo Ayrton Senna, cujos 41 triunfos ele anunciava ao som do Tema da Vitória, ou as medalhas olímpicas do vôlei, lá estava no ar a voz mais ouvida do país.
Dono de uma audiência cativa, Galvão Bueno é tão admirado que em qualquer estádio em que esteja presente são desfraldadas faixas nas arquibancadas com seu nome. E ao mesmo tempo tão achincalhado – nos jogos, na imprensa, nos programas humorísticos, na internet – que teria todos os motivos do mundo para andar de mau humor. Ele acha graça de tudo, sempre sorridente, falando sem parar, cheio de si, dono da verdade, a começar pelo episódio da campanha “Cala boca Galvão”.
Capaz de narrar com precisão qualquer esporte, dono de timbre impecável e raciocínio rápido, Galvão é autor de façanhas como a de pedir aos telespectadores que piscassem as luzes de casa durante os jogos que passavam de madrugada na Copa de 2002, realizada na Coreia do Sul e no Japão. O país inteiro virava um vaga-lume. Só um personagem com seu poder, em uma emissora como a Globo, poderia provocar uma reação desse tamanho. Mas, da mesma forma que se orgulha disso, ele lamenta alguns momentos constrangedores que protagonizou. Dois ficaram para a história. Um foi seu grito esganiçado, quase histérico, “é tetra, é tetra!” em 1994, ao lado de Pelé e do comentarista de arbitragem Arnaldo Cézar Coelho. O outro aconteceu na Copa de 1974, quando narrou por um pool de três emissoras paulistas, diretamente de um estúdio brasileiro, a partida entre Alemanha Oriental e Austrália pensando que estivessem jogando Bulgária e Sué-cia. Só percebeu o desastre depois que as imagens transmitidas da Alemanha mostraram no placar do estádio quais seleções de fato estavam em campo. Apreciador de vinhos de qualidade, lançará em agosto um tinto e um espumante gaúchos com seu nome. Com um salário estimado em 1 milhão de reais por mês, Galvão mora a maior parte do tempo em Mônaco, mas tem também endereços no Rio de Janeiro e em Londrina (PR), cidade de sua segunda mulher. Acusado de ufanismo, tira a referência de letra, como fez no caso do Twitter. “Sou um torcedor-narrador, e daí?”, responde. “Meu trabalho é passar emoção a quem está em casa.” Bem, amigos, o homem é mesmo um prodígio.
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Beijinhos carinhosos .