jul 25 2010

A DIFERENÇA

Postado por Maia at 23:58 sob Uncategorized

Uma vergonha a discrepância das pesquisas divulgadas no fim de semana. O instituto mineiro dá uma vantagem de 8 pontos para Dilma. O instituto paulista dá 1 ponto de vantagem para Serra, em empate técnico.
Ou seja, é uma vergonha essa diferença, e precisa ser investada pela Justiça Eleitoral.

Uma resposta até o momento

Uma Resposta em “A DIFERENÇA”

  1. coovis luis marcolinem 27 jul 2010 �s 16:31

    O conhecimento científico é produto de um viés político de quem o produz, e com a matemática e seu ramo a estatística não é diferente, daí que os resultados obtidos com a ferramenta de pesquisa tem por objetivo produzir o interesse de quem paga pelo resultado que pretende demonsstrar por meio da coleta e processamento de dados sobre as eleições.

    Como disse Felipe Massa no final de semana: “Quem paga meu salário é a Ferrari.” E esse é o princípio da relação de emprego onde alguémpaga outrém para fazer algo para o qual foi contratado. Raros são os casos em que alguém é contratado para fazer o que bem deseja, se bem, que até nesses casos sempre há um viés político velado, ou uma pre-sintonia, ou comportametno e pensamentos já sincronizados, ou um código a ser respeitado, etc.

    Na política também é assim já que somos definidos como seres gregários, também o somos elementos de políticas, com ou sem autonomia para manifestar nosso pensamento.

    No caso brasileiro a tutela dos políticos sobre os eleitores, por meio do Estado que controlam, é infantiliante, cerceada de regrass que conduzem o elitor pelas trilhas postas, isto é, não há liberdade para escolhas, só há escolhas entre as opções que nos permitem escolher.

    A infantilização do eleitor é tamanha que ele sofre quando descobre que o político que ele admira, não é senão um profissional da política a defender os interesses de quem lhe paga, e mais que o político não é pago somente pelo erário público, mas que antes de representar o eleitor ele representa interesses econômicos de quem lhe financia as despesas de campanha, etc. E a decepção se instaura, o eleitor se revolta, pura bira, crianciçe de quem passa a ter um vislumbre do que seja a vida política. Indignar-se com atos sde políticos é sinônimo de infantilismo político, e o amargo amadurecimento só virá quando o eleitor enxergar o político na dimensão econômica e financeira do grupo que ele representa, daí poderá tentar separar os jogos de cena para captar votos dos atos do profissional que está faendo seu trabalho, ou o trabalho para o qual foi contratado pelos que lhe dão a oportunidade de ter o emprego de suas habilidades, inclusive as de iludir o eleitor e lhe conquistar a simpatia e o voto na urna.

    Não temos partidos ideológicos, não temos homens com formação etica e moral ilibadas no exercício da política, como então esperar que esses sujeitos sejam santos se os escolhemos entre os demônios?

    Entendo que as pesquisas eleitoriais, se tivéssemos uma política mais madura, deveriam ser proibidas, pelo menos sua divulgação na mídia como se tais s dados coletados não fossem manipuláveis. Pesquisar e tentar influenciar o eleitor com os resultados obtidos é função das pesquisas, mas como o eleitor é ignorante e infantilóide, mantido no cabressto da tutela pela justiça eleitoral(sic) as sinformações divulgadas soam como se verdades fossem, quando não o são, e não interessam que o sejam, desde que esclarecidas fossem.

    O disparate acontece como o cometado nesse post, e é proposital só para confundir já que cada grupo trata de angariar simpatia para seu público, e seu empregador. E, nisso o eleitor só pode ficar a ver navios e cada lado acredita no que mais lhe é conveniente.

    Assmi é com a chamada pesquisa de popularidade que coloca o Presidente da República com mais de 80% de aprovação dos brasileiros. Ora nem Cristo tem tanta aprovação no planeta já que os cristãos são mais ou menos uns 40%, os muculmanos outros 50% e outras religiões tem menos adeptos declarados. Mas Lula tem quem pague pelas pesquisas que visam satisfazer seus interesses políticos, e seu ego, e nesse caso a estatística pode estar correta se o número de desinformados políticamente é do tamanho de seus simpatizantes.

    A política aqui é feita tão sem liberdade e tão controlada pelo interesse econômico que a eleição próxima de 3 de outubro para Presidente da República deveria ser cancelada e os únicos candiadtos – Serra e Dilma -, deveriam formar uma só chapa e governarem juntos o país já que cada qual é controlado por metade dos financiadores de campanha interessados em se aproveitar do erário no pós-eleição. Se um dos dois for o vencedor, pela regra atual, metade dos interesses serão contrariados o que causará problemas de governabiliddade, por isso, a sugestão de que se unam numa única e unânime chapa de candidatos.

    Tudo indica, entretanto, que vença um ou outro, quem perder vai aderir ao governo ou vai desestabiliá-lo causando o impeachment do vencedor. Esse risco corre, mais a Dilma que Serra, mas a direita e a esquerda andam juntas para roubar do povo brasileiro seus sonhos infantis.

    Parece que em termos políticos o brassileiro sofre da síndrome de Peter Pan! Não aceita crescer e prefere a tutela das classes dominantes que controlam a política nacional, afinal é mais fácil escoljer entre Dilma e Serra do que rejeitar os dois e faer uma opção diferente, um caminho novo.

    Mais essa vez o que sempre foi será e continuará a sê-lo porque a verdade de cada um não suplanta a quantidade de mentiras coleltivas, e nossa escolha é pela isulão já que a realidade é dura e nos faz sofrer, porque saber e conhecer dói, e quando o assunto é políitica a maioria prefere não tomar conhecimento, deixar que pensem por nós, que façam por nós, e assim ficamos de mãos limpas aptos a jogar a primeira pedra no político que sair da linha, e eles sempre saem, porque é próprio de sua atividade defender quem lhes paga o salário – não falo dos míseros 18 mil pagos pelo erário.

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