out 30 2010

O QUE O PETRÓLEO DO PRÉ-SAL TEM A VER COM VOCÊ?

Postado por at 21:40 sob Uncategorized

Abaixo do fundo do mar, a cerca de 2 km de profundidade, há uma camada chamada “pós-sal”; abaixo dela, há a chamada “camada de sal”; e abaixo dessa camada há a “camada pré-sal”. Ou seja, há o mar, com cerca de 2 km de profundidade; e após isso, cerca de 5 km abaixo, há a camada pré-sal. A Petrobrás encontrou, há cerca de dois anos, reservas gigantescas de petróleo nessa camada pré-sal.

II

Há uma possibilidade de o pré-sal ter 300 bilhões de barris de petróleo. Façamos uma conta por UM TERÇO disso, 100 bilhões de barris. O custo de produção, hoje, no mundo, é de cerca de 8 dólares por barril. Como a tecnologia necessária para explorar o pré-sal é maior, façamos a conta a 20 dólares o barril para extração. Com a cotação do barril a 70 dólares, hoje, é possível ter um “lucro” de 50 dólares sobre o barril.

III

Se multiplicarmos esses 50 dólares de “lucro” por 100 bilhões de barris, teremos 5 trilhões de dólares. Essa é a riqueza já pesquisada e descoberta pela Petrobrás, calculada pela hipótese mais pessimista possível.

IV

É uma riqueza realizável no tempo, durante, por exemplo, 20 anos, e levaremos 6 ou 7 anos para atingir uma boa produção. Divididos esses 5 trilhões de dólares por 20 anos, dá 250 bilhões de dólares ao ano. O que são 5 trilhões de dólares? O que dá para fazer com isso?

V

O orçamento do trem-bala Rio-São Paulo é de 15 bilhões de dólares. Com 300 bilhões de dólares podemos fazer 20 trens-bala, ligando de Porto Alegre a Belém, passando por São Luís, Teresina, Fortaleza, Maceió, Aracaju, Cuiabá, Campo Grande e por aí afora. Isso permitiria o transporte barato de pessoas e da produção, integrar regiões a um preço baixo, economizar na manutenção de estradas e ter um transporte mais seguro, mais confortável e mais limpo. Imagine o que seria isso na integração econômica do Brasil. Esses 300 bilhões de dólares seriam 6% da riqueza do pré-sal, na pior hipótese que é de “apenas” 100 bilhões de barris.

VI

O orçamento anual da Universidade de Harvard é de 3 bilhões de dólares. Com 60 bilhões de dólares podemos sustentar uma universidade do mesmo nível de Harvard durante 20 anos. Podemos colocar na nossa Harvard Tropical os 5 primeiros colocados nas melhores universidades do País, sem que paguem nada. Fariam graduação, mestrado, doutorado. E voltariam para suas universidades para disseminar o conhecimento. Ali está o futuro da tecnologia brasileira. Nossa conta já foi, aqui, a 360 bilhões de dólares.

VII

O INSS paga anualmente o equivalente a 90 bilhões de dólares em benefícios. Com o equivalente a mais de dois anos de pagamento de benefícios, 180 bilhões de dólares, é possível CORRIGIR E MANTER as aposentadorias do INSS. É possível resgatar os valores das aposentadorias e pensões, e resgatar a dignidade dos aposentados. Somando 20 trens-bala, a “Harvard Tropical”, o resgate dos aposentados e pensionistas, teríamos 560 bilhões de dólares. Os três projetos que mencionamos até agora envolveriam a APENAS ONZE POR CENTO DA RIQUEZA DO PRÉ-SAL calculada por baixo.

VIII

Praticamente todo o financiamento brasileiro da indústria, habitação, saneamento, renovação do parque industrial, incorporação de novas tecnologias é feito com recursos do FAT, via BNDES. O FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador, que também paga o seguro-desemprego, tem um patrimônio próximo a 80 bilhões de dólares. O FGTS acumulou, até hoje, cerca de 90 bilhões de dólares. Esses dois fundos totalizam, portanto, 170 bilhões de dólares.

IX

O Brasil pode fazer um novo fundo igual À SOMA DO FAT E DO FGTS, mais os 20 trens-bala, mais nossa Harvard tropical, mais corrigir e manter aposentadorias do INSS, e mesmo assim isso somaria APENAS 14% de uma projeção rasteira dos recursos do pré-sal. Isso totalizaria, por alto, 730 bilhões de dólares.

X

O orçamento federal da Educação é de 17 bilhões de reais, ou 9 bilhões de dólares. Esses recursos podem ser TRIPLICADOS: os 9 existentes mais 18 bilhões de dólares. Com esse acréscimo de 18 bilhões de dólares ao orçamento já existente, em 20 anos seriam gastos 360 bilhões de dólares. Isso permitiria, finalmente, a ESCOLA PÚBLICA EM TEMPO INTEGRAL, com alimentação, médico, dentista, biblioteca, computadores, atletismo, esporte, cultura. A conta, aqui, chegou a 1,09 trilhão de dólares.

XI

O orçamento da saúde, que sustenta o SUS, é de 43 bilhões de reais, ou 22 bilhões de dólares. Se DUPLICARMOS o orçamento do SUS, teremos que adicionar mais 22 bilhões ao ano, ou 440 bilhões de dólares em 20 anos. Isso é 8% do total do petróleo da camada pré-sal segundo a conta mais pessimista. Aqui, a conta sobe para 1,530 trilhão de dólares, ou 28% do total do pré-sal.

XII

Para fins meramente comparativos, veja: a dívida interna brasileira está em 1 trilhão de reais, ou 500 bilhões de dólares. Somado isso aos projetos anteriores, seriam gastos 2,03 trilhões de dólares. E estamos falando na conta mais pessimista, de 5 trilhões de dólares de reservas.

XIII

Mas veja as premissas –

a. Falamos do preço do barril a 70 dólares, hoje, e deve subir, novamente, a 100 dólares o barril.

b. Calculamos sobre reservas de 100 bilhões de barris, mas podem chegar a 300 bilhões de barris.

c. Falamos de um custo de extração quase 3 vezes maior do que o atual: atualmente, 8 dólares o barril. Aqui, apontamos 20 dólares porque se trata do pré-sal, onde a dificuldade é maior. 70 dólares o barril menos 20 de custo de extração dá 50 dólares de lucro líquido por barril. Multiplicando por 100 bilhões de barris, dá 5 trilhões de dólares. Se o custo de extração for maior, de 30 dólares o barril, o total de “lucro líquido” chega a 4 trilhões de dólares.

O valor do pré-sal foi calculado, aqui, prevendo algo muito menor do que as expectativas técnicas.

XIV

Quanto aos projetos, temos, em dólares –

a. 300 bilhões para 20 trens-bala interligando de Porto Alegre a Belém, o que baratearia a locomoção de pessoas e o transporte de mercadorias e integraria definitivamente o Brasil.
b. 60 bilhões de dólares para construir e manter, durante 20 anos, uma universidade no padrão Harvard, que abrigaria os melhores alunos das nossas universidades, gratuitamente, e daria continuidade à nossa busca por tecnologia própria.
c. 200 bilhões de dólares para corrigir e manter as aposentadorias do INSS, igual a mais de dois anos do total de benefícios atuais.
d. 170 bilhões de dólares para fazer um novo fundo de desenvolvimento, igual à soma do FAT e do FGTS.
e. 360 bilhões de dólares que triplicam o orçamento federal da Educação nos próximos 20 anos, e que permitiriam escola de tempo integral para todos, com alimentação, saúde, atletismo, esporte, informática.
f. 440 bilhões de reis para DOBRAR o orçamento federal em saúde durante 20 anos.
g. 500 bilhões de dólares como mero comparativo do que seria necessário para liquidar a dívida interna brasileira.

Isso tudo dá um total de 2,03 trilhões de dólares, ou 40% do que temos no pré-sal de acordo com os cálculos absolutamente pessimistas que fizemos. Só que o pré-sal pode ter 300 bilhões de barris; o petróleo pode ir rapidamente a 100 dólares, e o custo de extração permaneceria em 20 dólares, o que daria um “lucro líquido” de 80 dólares o barril. Nessa hipótese, teríamos 300 bilhões de barris multiplicados por 80 dólares de “lucro líquido”, o que daria 24 trilhões de dólares. Essa é a hipótese otimista.

XV

E o que o Brasil precisa para “ganhar” 5 trilhões de dólares, ou seja, o “lucro” do pré-sal após extraído? Só precisamos extrair, com a tecnologia já detida pela Petrobrás. A Constituição Federal já disse que o petróleo pertence à União, pertence ao povo brasileiro. Uma parte já foi vendida – por causa da terrível “flexibilização do monopólio do petróleo”, por meio dos absurdos leilões de bacias petrolíferas. Mas há, no mínimo, 5 TRILHÕES de dólares líquidos esperando pelo Brasil.

XVI

É claro que a conta pode ser feita com outros destinatários: as grandes petrolíferas multinacionais fazem essa conta tendo em vista o seu lucro; alguns, tendo em vista financiamentos de campanhas políticas; outros, o enriquecimento pessoal. Aqui fizemos uma conta levando em consideração os interesses do BRASIL E DO SEU POVO. Apontamos projetos que podem mudar radicalmente o Brasil, que nos colocam no grupo dos países desenvolvidos. Ou se pensa no Brasil e no seu povo, ou se pensa em como apropriar essas riquezas para poucos grupos internacionais, para financiar campanhas políticas, para o enriquecimento de alguns.

XVII

O petróleo do pré-sal interessa diretamente a você. Se você é trabalhador, porque haverá geração de mais empregos e consequente aumento de salários. Só o convênio PROMINP – Petrobrás Indústria garante, desde já, 250.000 empregos diretos e 500.000 empregos indiretos. Isso de imediato. Se você é aposentado, porque uma pequena parte desses recursos já garantiria a correção e manutenção das aposentadorias, além da viabililidade permanente da previdência social e a significativa melhora da saúde pública. Se você é empresário, porque é possível constituir um fundo igual à SOMA do FAT e do FGTS para financiar investimentos, ganhos tecnológicos, ampliações, consumo, distribuição, transporte, habitação, exportação, além de baratear o transporte dos produtos.

XVIII

É preciso garantir o nosso próprio abastecimento, em primeiro lugar, durante todo esse período, até que possamos ultrapassar nossa dependência do petróleo e criar nova matriz energética. Garantido nosso abastecimento, é preciso reverter essa riqueza para o povo brasileiro. Essa riqueza é sua, dos seus filhos, dos seus netos, é o legado que uma geração deixará para as gerações seguintes: a de um futuro promissor, farto, humano, fraterno, do Brasil e do seu povo. É o nosso ingresso no grupo dos países desenvolvidos.

9 respostas até o momento

9 Respostas em “O QUE O PETRÓLEO DO PRÉ-SAL TEM A VER COM VOCÊ?”

  1. ANDREem 31 out 2010 �s 08:23

    Com os politicos e governantes que que temos provavelmente esta possivel fortuna vai acabar nas mãos de poucos, o povo continuara como sempre, isto é com serviços publicos de péssima qualidade.

    Resposta – com os políticos, os governantes e a classe média.

  2. paizoteem 31 out 2010 �s 10:54

    Dr Maia;
    Brilhante exposição do tema , parabenizo-o!
    Embora eu tenha para mim que enquanto mantermos o modelo político atual, tudo serão sonhos.
    Seria preciso que o lucro da Petrobras fosse socializado.
    Que tudo constasse de orçamentos com verbas predefinidas para ações em prol do povo.
    Que não fosse permitido, na lei, o uso político da mesma como hoje é feito, no qual o partido que estiver no poder é o dono, com poderes para “explorar” em busca de beneficiar seus quadros.
    Seria preciso que de cada centavo lucrado fosse prestado conta ao povo, já que é (ou seria)- um patrimônio dos Brasileiros.
    Parabenizo o amigo pela brilhante defesa do tema, só pediria permissão para discordar dos exemplos do que fazer com o lucro auferido.
    Em vez de trem bala, hospitais devidamente aparelhados.
    Em vez de Harvard, erradicação da fome.
    Com todo o respeito que me merece -e merece muuiito!- o prezado amigo ilude-se com qualidades que não aprendemos ainda, principalmente os que “usam” da política para sobreviver, tal qual chacais devorando até os ossos tudo o que deveria ser para o povo e que em função da má política, lhe é posto na frente.
    Lendo o texto do amigo, quase chego a sentir orgulho de termos uma empresa desta em nosso país, mas seria como sentir orgulho da dentadura de alguém que comerá nosso churrasco.
    Tomara que um dia o petróleo seja nosso, e possamos orientar a distribuição dos beneficios advindos do mesmo para fins sociais.
    Porém para isto, precisaria antes uma reforma política radical, abolindo o uso da máquina pública e dos bens da nação do uso corporativo.
    Lamento discordar parcialmente, mas o petróleo ainda não é nosso.
    Quiçá um dia seja.
    Mas assino em baixo quando debita parte da culpa à classe media.
    Todo auqle qque ganhem em torno de 10 salários mínimos, e assistam passivamente que outros ganhem apenas 1, é no mínimo conivente
    com toda esta “sacanalha”.
    E se for um político profissional, destes que aqui “gorjeiam” , mais do que conivente é um culpado doloso.
    Enquanto formos obrigados a sair de casa para escolher entre tipos como Dlma e Serra , não vejo solução.

  3. Carlosem 31 out 2010 �s 11:29

    É muito petróleo, sem dúvida. Mas quando nós, brasileiros, vamos ter combustível mais barato nos postos? Tome por exemplo a Venezuela, onde a gasolina é infinitamente mais barato que no Brasil. Esse petróleo na verdade é para o mundo e não para nós. Aqui no Brasil se pensa antes em vender para os outros, depois se sobrar é vendido aqui, e ainda mais caro que lá fora. Que orgulho posso ter disso???

    Resposta – Exatamente, o Narciso às avessas. Em vez de criarmos um movimento para que o petróleo reverta para o Brasil, preferimos amaldiçoar tê-lo. Dá menos trabalho.

  4. Carlosem 31 out 2010 �s 16:57

    O destino do petróleo não está em minhas mãos nem nas suas. Jamais o almaldiçoei. Nas mãos de quem ele está, só os desinformados desconhecem.

    Resposta – Em boa parte, esteve nas mãos do Movimento Nacional do Petróleo, com base no Rio de Janeiro. Gente comum, cidadãos que resolveram se juntar e conseguiram colocar esse tema em pauta. O regime de partilha é fruto dessa mobilização, a Petrobrás como operadora é fruto dessa mobilização. Ou seja, é possível influir, sim, e a própria Petrobrás nasceu disso, da mobilização popular. Em outras palavras, estar ou não em nossas mãos depende de nós. Se quisermos que não esteja, não estará.

  5. João Carlos Kleinem 31 out 2010 �s 19:07

    Prezado Dr. Maia.Com o devido consentimento do Dr. Maia,peço-lhe Sr. Paizote que explique,ou melhor interprete para nós participantes do Blog do Dr.,o seu comentario no blog Forum Dos Aposentados,sobre a não provisão dos agravos de instrumento, e o que pede para o AJ sobre as radios…Desde já agradeço,abs.Joka Klein.Isto significa a efetivação da Falencia da Varig…ou ainda cabe recurso…se isto é bom ou ruim…

  6. carlos augusto fadel santosem 31 out 2010 �s 20:27

    coléga joão carlos klein, o ato de não dá provimento é que não acolheu os recursos da fundação e do elnio borges, onde pediam a suapensão da falencia, com isso a flex, antiga varig, volta a ter status de empresa falida, grato fadel santos

  7. paizoteem 31 out 2010 �s 20:58

    Caro, JCK , postei inicialmente aqui, no tópico Petroleo e Brasil -# paizote em 30 out 2010 �s 20:36.o que vc se refere, noto que já anda sendo repassado em varias outras comunidades.

    Vc pediu consentimento ao Dr. Maia para que eu explique melhor , renovo o pedido com a observação de que são apenas opiniões pessoais baseadas nas informações tornadas públicas.
    E se o Dr. achar que as mesmas são precipitadas, abortará a divulgação.

    =============================
    Quem ganha e quem perde com a falência.
    As únicas possibilidades de haverem ganhos, seriam com sentença favorável nos processos em andamento, RE 571969 e/ou ação civil, ou com a homologação de um acordo, que anteciparia resultados.
    O que melhora em relação à falência é que com a mudança das prioridades de credores o governo pode ter interesse em reabrir negociações para um possível acordo, já que os tributos fiscais são reescalonados na ordem de pagamentos.
    E a possibilidade de um acordo ainda é o que de melhor poderá acontecer, tanto no que se refere ao pagamento, quanto ao tempo para recebermos.

    A -Caso o ganho seja no processo RE , e não haja acordo, ganham os aposentados e pensionistas com o possível recebimento dos valores devidos ao Aerus como consequência da homologação dos créditos junto a Varig.
    Ganham também os inativos que receberiam parcialmente os valores de seus creditos junto ao instituto.
    No entanto isto demoraria muito tempo. Anos até.
    Sem falar na possibiliddade de precatórios, e suas nefasta consequências.

    Os acionistas, tanto majoritários (FRB) como pequenos que adquiriram ações no mercado, estes dificilmente terão acesso a qualquer valor.
    Sendo que os papeis adquiridos na bolsa valerão tanto quanto jornal da semana passada.
    .
    B-Um processo de falência com a liquidação, sem que haja um acordo ou ganho da RE no STF resultaria quase na mesma situação anterior, quanto a distribuição dos valores arrecadados com leilões, porem demandaria um tempo maior, e consumiria boa parte dos possíveis ativos, restando muito pouco à distribuir
    O grande inconveniente é que seria um processo longo devidos as características do mesmo e da legislação confusa que possibilita vários recursos protelatórios, podendo levar alguns anos até poder ser distribuído algum valor.
    Os funcionários que ficaram com créditos junto à Varig , receberão com prioridade valores até 150 mínimos, os valores que excederam ficam para uma possível sobra no fim da fila.O isntituto seria enquadrado nos credores com garantias, recebendo algum valor ,dependendo do arrecadado com a massa falida.
    Num processo de falência, inevitavelmente todos perdem, alguns perdem um pouco, um muito ou tudo. O principal problema é o tempo, e nossa urgência tanto por situação financeira como por idade não nos permite dispor de muito do mesmo.

    C-Caso haja um acordo, existe a possibilidade de que os aposentados tanto como os inativos venham a receber seus valores completos.
    Ainda pode ser possível, através de recurso jurídico, um breve retorno aos pagamentos integrais, assim como o saneamento do instituto de previdência ou a transferência para algum outro.
    Quem perde com esta solução são novamente os acionistas e as outras classes de credores.
    Já ao governo não consigo atribuir perdas, em nenhuma situação, por ser um dos principais causadores deste “imbróglio”, talvez apenas deixe de ganhar e engordar mais seus cofres.
    Um acordo mimimizaria questionamentos legais, ações intermináveis e resultados nulos.
    E evitaria principalmente a perda de um precioso tempo, já que alguns casos conhecidos de falência levaram até 6 anos para serem deslindados, e sempre correndo riscos de chegar ao fim ser ter nada à distribuir.
    Com isto fico convencido de que a melhor solução para nós, mais do que nunca, é um possível acordo, e para este que devemos direcionar baterias.

  8. paizoteem 31 out 2010 �s 21:05

    PS.: Lembro ainda que o Dr. Maia já tinha respondido ao Fernando ,a sua primeira dúvida sobre a falência.

    Petroleo e Brasil
    # Fernando Rochaem 31 out 2010 �s 16:20

  9. carlos irmãoem 02 nov 2010 �s 19:19

    Dr. Maia , temos tantas riquezas em nosso subsolo, pena que não é socializada. Já falamos isto em outros brilhantes artigos seus. Só socializam o prejuízo. Imagine se só um “tantim” de toda essa riqueza fosse direcionada para a saúde, educação e outras áreas importantes, que nação fantástica seria esse Brasil.
    Estamos falando de pré-sal. E a Vale ????
    Não consigo vislumbrar nenhuma mudança que beneficie o “povo”, sempre sobra só para meia dúzia. Quem sabe, um dia…………..

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