out 28 2010
PARA NÃO ESQUECER
DE 1994 a 2000 o pessoal do BB, da CEF, da Petrobrás, das demais estatais, não teve reajuste salarial. Isso mesmo: foram 7 anos de REAJUSTE ZERO. Com a impltantação do Plano Real, na verdade com a criação da URV, houve a consolidação de uma perda. Naquele momento, de acordo com a data de recebimento dos salários foi calculada a perda mensal daquele salário, o quanto era corroído pela inflação do dia 1º até o dia do pagamento do salário. Ou seja, em 93 foi consolidada uma perda. A partir de então, nada mais poderia ser perdido. E a partir dali houve 7 anos de reajuste zero.
II
Foi em 2002, se não me engano, que houve intervenção na Previ. A pretexto de implantar o texto da nova lei complementar nº 108, o Ministro da Previdência Social afastou toda a Diretoria da Previ, à época composta, em sua maioria, por representantes eleitos pelo funcionalismo. Curiosamente, na noite anterior Daniel Dantas visitou o então Presidente da República Fernando Henrique no Palácio da Alvorada.
III
Na privatização das telefônicas, houve um fato curioso: um acordo, onde os fundos de pensão entravam com o dinheiro, mas que mandava era o Opportunity. Isso mesmo. O banco e o fundo de investimento de Daniel Dantas “representavam” os fundos de pensão. E os fundos, já no governo Lula, tiverm que ir à justiça para não mais ser “representados”. No governo FHC os fundos simplesmente repassaram o seu poder de mando para o Opportunity. E o pior é que foi necessário ir à justiça, até o STJ, para poder desmanchar o lesivo acordo.
IV
O BNB devia um dinheiro impressionante à CAPEF, o fundo de pensão de seu pessoal. Não havia mais como disfarçar. a SPC baixou intervenção. O primeiro ato do interventor foi cobrar. Quando viu que era impossível, voltou-se contra os participantes: cortou benefícios e aumentou a participação dos empregados no custeio do plano. A situação chegou a tal absurdo que 55% das aposentadorias passaram a ficar retidas no fundo. Era o poderio de Tasso Jereissati, no Ceará, que se estendia ao interventor nomeado pelo Ministério da Previdência. A situação levou à miséria centenas de pessoas, em atos violentíssimos praticados pelo Interventor, e que nunca serão perdoados pelos aposentados e pensionistas do BASA.
V
Ainda em 2002, a direção da Petros firmou acordo com uma grande operadora de recursos externa. Pretendia simplesmente engessar por dez anos a gestão dos recursos da Petros. Mudasse ou não governo, mudasse ou não a direção da Petros, pretenderam se perpetuar lavrando contrato que retirava da direção da Petros a gestão dos recursos. Um absurdo, o comprometimento de todo o patrimônio ultrapassando vários mandatos da direção do fundo.
VI
No BB, na CEF, na Petrobrás, no BNB foram implantados PDVs e PDIs, ou seja, Planos de Demissão Voluntária e Planos de Demissão Incentivada. Primeiro, era enviada carta dizendo “você é excedente na empresa”. A partir dali, vinha a “oferta”: ou aderia ao plano de demissão, ou seria demitido. No BB houve 22 suicídios em apenas um ano: aqueles que simplesmente cumpriram carreira, que fizeram exatamente o que a política de recursos humanos dizia para fazer, também foram enquadrados como “excedentes”.
VII
No funcionalismo público, o aviltamento foi a regra. Foi a moda dos “yuppies” de serviço público, ou seja, de privilegiar aqueles que tinham mestrado e doutorado, preferencialmente, em universidades norte-americanas, e que traziam para cá todos os vícios e os jargões daquele país. Era o período da afetação máxima, onde até mesmo reuniões de cúpulas de empresas estatais brasileiras eram feitas em inglês.
VIII
“I’m too old to this shit”, disse Elena Landau, quando do deferimento de uma das medidas judiciais contra a privatização, em pleno período FHC.
IX
Uma das propostas de reforma da previdência previa REDUZIR o teto do INSS para 3 salários mínimos. Quem quisesse receber mais, que se socorresse da previdência aberta vendida em bandcos. O projeto, portanto, era o de enfraquecer a previdência oficial.
X
Pois bem: isso tudo está aí, na memória de todos. O governo FHC foi inequivocamente contra os trabalhadores, contra os aposentados. Sua política para o salário mínimo era ridícula, assim como sua política para os “vagabundos” aposentados, como chegou a se expressar.
XI
É por conta disso, dessas lembranças que todos têm, do entreguismo praticado, das demissões, das perseguições, da extinção de órgãos, que todos sabem o que é um governo tucano. Agora, durante a campanha, agregou-se mais: a campanha bilionária de esgoto, com o aluguel de “telemarketing” para vomitar impropérios e mentiras na casa de cada um de nós. Não tem limite ético, portanto, não tem capacidade de ataque frontal, apenas o ataque sorrateiro de esgoto. A campanha eleitoral foi tomada por isso: por telefonemas às casas, dizendo coisas que não se atrevem a dizer na televisão.
XII
É por isso que a diferença em favor de Dilma já ultrapassa os 15 pontos. O governo Lula pode não ter sido grande coisa. Mas o governo FHC foi uma tragédia do começo ao fim, e pior: uma tragédia da qual se orgulham.
Uma coisa que me revolta e entristece é ler,mesmo concordando ;
” O governo Lula pode não ter sido grande coisa. Mas o governo FHC foi uma tragédia do começo ao fim, e pior: uma tragédia da qual se orgulham”
Porque a única opção que apareceu foi outro governo igual ao que não foi grande coisa?
Saimos de um governo tragédia, caimos num que não foi grande coisa , e não conseguimos evoluir.
Ficamos marcando passo num que não foi grande coisa, e ainda correndo risco de voltar ao que foi trágico.
Quando surgirá uma opção que valha a pena e que possa nos orgulhar?
Quando aprenderemos a não nos nivelar por baixo e fazer uma reforma revolucionária que desperte os homens de bem e apareça um
que seja finalmente uma grande coisa?
Talvez uma radical reforma política resolvesse mas…
“Alguém já viu nascer avestruz de um ovo de galinha”
Pois é!
Bom dia , dr. Maia !
Dia belíssimo nascendo por aqui , sol acordando de um lado , e a lua indo dormir do outro ,
Vamos a mais um capítulo da nossa ” Noiva do Catete ” ?
“ A NOIVA DO CATETE “
5 –
Os dois ficaram ali deitados , o rapaz com um braço sobre o ombro dela , durante um tempo indefinido para ambos . Quando o rapaz falou , Luci estava de olhos fechados , inteiramente ausente , pensando nas coisas que teria que fazer , quando se levantasse da cama : fazer umas compras , telefonar para o noivo , saber se ele estava melhor , pagar a conta de luz e gás …
– Meu bem , eu tenho de ir .
Luci mexeu-se na cama , o rapaz apanhou a toalha , levantou-se e enrolou-a na cintura . Voltou a sentar-se na beira da cama :
- Tenho uma porção de coisas para fazer .
– Eu també – disse ela . Enrolou-se num lençol e correu para o banheiro : – Já , já eu saio.
O rapaz também caminhou para a porta : – Por que não juntos ?
- Demora mais – respondeu Luci . Passou a mão pelo rosto dele e trancou a porta , deixando-o meio sem jeito .
Quando os dois já estavam vestidos , notava-se que a pressa dele em deixá-la era maior do que a dela de se livrar dele . O rapaz gaguejou umas desculpas , atraso de hora , fez ela prometer que telefonaria noutro dia e saiu . Luci rodeou o olhar em volta , procurando alguma coisa para fazer . Lembrou-se do gato , abriu a porta da cozinha e ele entrou miando no quarto . Ela seguiu-o e começou a arrumar a cama .
De repente ficou parada , com um travesseiro nos braços e um sorriso nos lábios . Ele era um belo rapaz . Conhecera-o no Museu de Arte Moderna , durante uma exposição . Cismara com ele . Luci pensou de novo , como a examinar o seu pensamento anterior . Era isso mesmo : cismara com ele . Conversaram um pouco , trocaram-se os respectivos números de telefone . Fora há uma semana . Ligou ontem , marcou o encontro . Sorriu de novo ; não telefonaria mais para ele , nem atenderia seus telefonemas . Era melhor assim .
Abriu uma bolsa , examinou para certificar se o dinheiro estava dentro . Contou a importância por alto e desceu para as compras . Mal saiu do edifício , foi envolvida pelo burburinho e o movimento da Rua do Catete .
Caminhou meia quadra e parou para olhar as bugingangas que um camelô expunha num tabuleiro : pentes de fabricação ordinária , porta-retratos , saca-rolhas , correias de relógio . O homem olhou com solicitude para ela :
- Alguma coisa , madama ?
Luci apontou para um monte de armadores de plástico para colarinho .
Havia vários pequenos feixes , envoltos em elástico . O camelô apanhou três , mas ela só queria um montinho , que pagou e enfiou na bolsa . Continuou a caminhar , contente com a sua compra . Não gostava que Carlinhos – seu noivo – tivesse um ar desleixado . Não que o rapaz relaxasse . Pelo contrário : Carlinhos vestia-se de forma a tornar agradável sua aparência . Não era desses homens fúteis que só se preocupavam com a roupa , mas também não era nenhum mondrongo , o que , de resto , não lhe cairia bem . Um corretor de seguros não deve ser displicente , e sim impressionar favoravelmente àqueles com quem trata de negócios . Luci gostava de Carlinhos do jeito que ele era , amava-o com toda a sinceridade que uma mulher do seu feitio pode reunir ; tinha por ele um carinho quase maternal , pois Carlinhos era o seu futuro e se considerava o futuro dele .
Apertava na mão a bolsa com as pequenas hastes de matéria plástica e lembrava-se da véspera , quando ela o repreendera pelo seu colarinho mal posto e ele se queixara de que sempre se esquecia de retirar os armadores , quando mandava as camisas para a lavanderia .
Caminhou até o fim da quadra e entrou num botequim , onde um homem gordo e luzidio , por trás do balcão , saudou-a com simpatia :
- Bom dia , freguesa !
Ela respondeu à saudação e encaminhou-se para o canto onde estava o telefone público . O homem já sabia o que ela queria e entregou-lhe um maço de cigarros e uma ficha de telefone , enquanto ela se atrapalhava para abrir a bolsa ao mesmo tempo que segurava o fone .
Ligou para a pensão da Rua das Laranjeiras , onde morava Carlinhos :
- Alô, D. Romilda ? É Luci … O Carlinhos já chegou para o almoço ?
Como ?
A dona da pensão dizia que o Carlinhos chegara e estava de cama . Era melhor que não viesse atender . estava muito gripado e com febre alta .
– Mas como foi acontecer isso ?- preocupava-se Luci , exigindo detalhes , na sua aflição .
Carlinhos tinha despertado rouco , com dor de garganta e muito indisposto . Saiu assim mesmo , andando de um escritório para outro , secando o suor na refrigeração de cada um desses escritórios . Voltou com aquele febrão . D. Romilda exagerava . Achava que ele estava com ameaça de pneumonia .
– A senhora não devia ter deixado ele sair .
Sim , não devia . D. Romilda concordava do lado de lá da linha . Mas Luci sabia como o Carlinhos era teimoso . Ela aconselhara , mas ele insistira , dizendo que tinha uma corretagens importantes para fazer . Enfim , agora estava deitado com o corpo todo dolorido , principalmente a cabeça e a garganta . Era melhor levar lá um médico . Aquela febre …
Luci desligou , pediu outra ficha e imediatamente ligou para Dr. Maurício . Era um médico muito bom , seu amigo . Há um ano tivera um caso com ele ; dormiram juntos duas ou três vezes e depois Luci explicou que sua “ tia “ ia voltar para casa . Deu as desculpas de sempre e afastara-se dele . Contudo , sempre que necessário , recorria aos seus serviços profissionais . O Dr. Maurício mexeu com ela , tentou um encontro para jantar , mas notando a sua aflição , ouviu o seu diagnóstico sobre o Carlinhos e receitou-lhe os remédios .
Ela agradeceu , desligou o telefone e saiu do botequim apressada ; atravessou a rua e entrou numa drogaria , quase em frente . Comprou os remédios e , com o embrulho deles na mão , parou na calçada indecisa entre seguir imediatamente para a pensão da Rua das Laranjeiras ou fazer antes as compras para o jantar com seu Almeida . Logo decidiu : Carlinhos precisava ser medicado : faria as compras depois .
Mandou parar um táxi e seguiu para as Laranjeiras .
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Muito bem , meu rei , lhe mando o sol acordando e a lua dormindo , com os habituais abraços e beijinhos carinhosos recheados de saúde , carinho e muita paz .
Não esquecendo uma música deliciosa como pano de fundo ;
http://www.youtube.com/watch?v=SxQXLayYzZo&feature=related
SEGUNDO O IBOPE, HOJE É SEXTA .
MAS, COM A MARGEM DE ERRO, PODE SER QUINTA OU SÁBADO .
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Beijinhos carinhosos .
Haja estômago para aguentar tudo isso. É uma sujeira sem fim. Entra governo, sai governo e tudo continua na mesma. É muito díficil optar entre 6 e meia dúzia.
Para entrar no clima de feriadão e votação ; …
http://www.youtube.com/watch?v=SzpGKO8HekM
http://www.youtube.com/watch?v=mB5hM56kmOk
http://www.youtube.com/watch?v=SCP9K7ZmaA0
Beijinhos carinhosos .
Caros colegas tivemos a opçao de votar no diferente, de nao ser a mesma coisa, por coisa mesma , e agora o povo ta com pepino na mao por que quiz , escolher isso, e ainda ver um ministro da justiça dizer em plenario que o povo nao deve impor leis. bom dia a todos.
Repasso com louvor, a luta continua, não vamos esmorecer!
Amaury Guedes
———- Mensagem encaminhada ———-
De:
Data: 28 de outubro de 2010 21:32
Assunto: Agradecimento
Para: vilmarmlopes@gmail.com
Brasília, 28 de outubro de 2010.
Caro Vilmar Mota,
Recebi sua mensagem com os cumprimentos pela minha vitória ao Senado Federal pelo PP/RS. Agradeço suas palavras e os votos de sucesso em meu mandato que se inicia em 2011.
Estou ciente da grave situação que se encontram os trabalhadores e aposentados das companhias citadas em sua mensagem, por conta do descaso das autoridades federais de previdência complementar na fiscalização dos respectivos fundos de pensão.
Durante muito tempo publiquei em minha coluna, na Zero Hora, informações frequentes sobre esse grave problema social.
Como senadora farei tudo o que estiver ao meu alcance para um desfecho favorável aos aposentados do fundo Aerus.
Cordialmente,
Ana Amelia Lemos
Senadora Eleita PP/RS
Faltou a crônica de Nelson Motta ;
” Conto de fadas ”
Diz a lenda que, com Zé Dirceu cassado pelo mensalão, Lula escolheu Antonio Palocci como candidato a seu sucessor em 2010. Um quadro político de alto nível, com credibilidade, moderação e sucesso no comando da economia. Não era um poste ou um burocrata, mas um político experiente, respeitado e eficiente, que amadureceu e cresceu no poder. Uma ameaça aos radicais do PT e aos fisiológicos do PMDB, Palocci representava o melhor do governo Lula, sua continuidade e avanço. Dele se poderia esperar decência, competência e respeito à democracia e às liberdades, e que não trataria a oposição como inimiga.
A candidatura de Palocci provocaria entusiasmo até entre oposicionistas, colocando em polvorosa o ninho tucano. Quem poderia enfrentá-lo com mínimas chances? Se levasse uma chinelada de Lula em 2006, Alckmin não teria apetite nem cacife para enfrentar um Palocci popular e articulado, turbinado pela popularidade de Lula, em 2010. Nem Serra, que preferiria se reeleger governador sem sair de casa, continuar sua ótima administração e encerrar uma brilhante carreira política. Alckmin seria o senador mais votado do Brasil.
Para enfrentar Palocci, só alguém que representasse a novidade, a confiança e a esperança ao mesmo tempo, fora da chatice do velho centro de poder paulista. Como Aécio Neves, o governador mais popular do país, com sua história vitoriosa, sua linhagem política e sua juventude. Na oposição, só ele poderia encarnar com credibilidade o pós-Lula e empolgar como possibilidade real de um Brasil melhor. Com crescimento e justiça social, mas sem mensaleiros e aloprados, sem aparelhamento do Estado e complacência com tiranos e corruptos amigos.
Se Deus fosse mesmo brasileiro, o segundo turno seria disputado por Antonio Palocci pelo PT-PMDB e Aécio Neves pelo PSDB-DEM. Os búzios, as cartas, os astros e todas as pesquisas teriam dificuldades em prever o resultado, mas seriam unânimes em apontar o vencedor: o Brasil.
Mas como não é brasileiro, e nunca na história desse país teve o seu santo nome tão usado em vão, Deus criou o caseiro Francenildo e nos deu Dilma e Serra.
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Beijinhos carinhosos .
Acrescente na lista a INFRAERO também.
Prezado Dr. Maia.Um primo nosso(trabalha em Brasília,na Receita Federal),portanto empr. público federal, comentou conosco,antes da eleição em primeiro turno:que nenhum eleitor do setor público,votaria em outro candidato que não fosse Dilma.Explicou o porquê:No governo do FHC,não havia nem aumento de salário no setor público(se houve algum,foi irrisório)e nem quadro de carreira para o funcionalismo,e que isto só foi conseguido no governo LULA,as duas coisas…Disse-nos mais:Para o caso de voces(Acordo União e Aerus)seria melhor que ficasse na presidência alguem do PT.Falou sobre melhorias que os aposentados do INSS tiveram;do aumento do sal. mínimo,hoje bem maior do que US 70,00,etc,etc.Vejamos o que acontece…Interessante o email repassado pelo Guedes(resposta da Sen Ana Amélia Lemos ao meu amigo Vilmar)mais outra aliada…Abs.Joka Klein.
Paizote,falar mal do governo passado é facil não?
Concordo com você,com suas palavras.
Trocamos sempre meia dúzia por 6.
e ,governo Lula deu sorte e só deu continuidades e agora bate no peito feito “”o grande “
Pois é, o governo atual esta oito anos no poder, que fez de diferente para corrigir? Poderia já ter resolvido tudo, ter posto a casa em ordem para agora dar continuidade como diz a propaganda. O outro candidato diz que no governo dele não haverá corrupção, e seu post diz que não é bem assim.
Não vejo luz no fim do túnel pois falta moral e bons costumes, leis que sejam cumpridas, justiça que enxergue, punição!!!
Eu vejo um emaranhado sem fim empurrado com a barriga. Eu também tenho vontade de vomitar.
Nós, os contribuintes, que votamos, que pagamos a conta com o suor do nosso trabalho não temos direito a nada!!!! Cada vez que leio os seus posts me pergunto, como é permitido tanta falcatruagem?
A poupança de uma vida toda é roubada e não tem ninguém preso? Estão levando o dinheiro de gerações que futuramente vão estar na mesma situação do pessoal do Aerus, sem nada. Como podem os governos deixarem de cuidar da poupança do povo para velhice, permitir esta roubalheira toda!!!
Resposta – Pois é. De um lado, quem autorizou os financiamentos quando era governo; de outro, quem vem se recusando a resolver o problema e não cumpre a promessa feita pelo próprio Presidente da República de que faria acordo.
E quem está devendo uma resposta(positiva) par os aposentados ARUS??
O Lulla deu uma banana e Dilma dará outra para nós.
Votar no PT é apertar o nó da forca.