Search Results for "AERUS"

out 29 2014

Sobre as últimas movimentações

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Ontem a ação civil pública foi em carga para a União, ou seja, ocorreu a sua intimação quanto à decisão dos Embargos de Declaração. A União tem o prazo de 10 dias para devolver o processo. É importante destacar que a nossa decisão continua vigente e a multa já começou a incidir a partir de hoje.

Como todos já devem saber, a União apresentou um Projeto de Lei perante o Congresso Nacional, a fim de abrir um crédito para iniciar os pagamentos do AERUS, ou seja, para cumprir a decisão de antecipação de tutela. Porém, a tramitação desse Projeto de Lei perante o Congresso Nacional é lenta e não atende ao tempo concedido pela decisão judicial para seu cumprimento.

Dessa forma, tão logo o processo retorne para o Tribunal, informaremos ao Desembargador que a decisão não foi cumprida no prazo correto e requerer que o Desembargador tome uma postura mais dura em relação à recalcitrância da União.

A simples remessa de um Projeto de Lei não atende a decisão, pois há um comando judicial de pagamento e não de abertura de crédito. Para além disso, é muito confortável à União encaminhar um Projeto de Lei para o legislativo e aguardar a lenta tramitação de tal projeto.

Deve-se deixar muito claro que a União possui meios muito mais céleres para cumprir com a decisão judicial. Preferiu o caminho mais longo. É desprezível esse tipo de atitude.

 Conforme já dito, hoje começou a incidir a multa judicial. A União está jogando no ralo cem mil reais ao dia, por ter optado, de forma desleal e covarde, por protelar, mais uma vez, o cumprimento de uma decisão judicial.

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out 17 2014

Caso Aerus: antecipação de tutela para TODOS

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Acabou de sair a decisão do Desembargador Daniel Paes Ribeiro sobre os Embargos de Declaração do Instituto Aerus.

O Instituto questionava se o pagamento determinado pelo Desembargador deveria atingir apenas o grupo Varig/Transbrasil ou se seria para todos. A decisão do Desembargador rejeitou os Embargos, com o fundamento de que o pedido formulado pelos autores não faz limitação alguma, nem o fez sua decisão.

Portanto, conforme sempre repetimos, tanto a ação ajuizada quanto a antecipação de tutela requerida atinge a TODOS. Deve a União complementar o pagamento de todos os participantes aposentados e pensionistas do Instituto que recebem, mensalmente, seus benefícios de forma reduzida.

Aguardemos até o dia 28, prazo final da União para iniciar os pagamentos.

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out 09 2014

Recursos

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Ainda não pudemos obter cópia , mas já sabemos que a União interpôs agravo regimental e o AERUS embargos de declaração da decisão que concedeu a antecipação de tutela recursal. Assim que tivermos conhecimento do teor dos recursos, apresentaremos resposta.
É bom lembrar que nenhum desses recursos possui efeito suspensivo, ou seja, a nossa decisão continua vigente e o prazo da União continua correndo para cumprir o que foi determinado.
Quanto ao prazo para julgar tais recursos, não temos como precisar, pois dependerá da grande demanda de processos que existem dentro Gabinete do Desembargador Daniel.
Por fim, devemos parabenizar a todos pelas manifestações de ontem. Estamos no momento de cobrar o cumprimento da nossa decisão.

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set 26 2014

Intimada a AGU

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Foi publicada hoje no Diário Oficial a decisão que concedeu a antecipação de tutela. Assim, o AERUS e os demais participantes da ação foram intimados da decisão judicial. Também já foi intimada a União (AGU), com a remessa do processo ocorrida hoje.

O prazo de 30 dias começa no primeiro dia útil seguinte, que será na segunda-feira, dia 29. Dessa forma, a União tem até o dia 28 de outubro para cumprir a decisão judicial.

Após o dia 28 de outubro, caso não cumprida a decisão, passa a incidir a multa de R$ 100.000,00 por dia de descumprimento.

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set 22 2014

Grande notícia: retomada da antecipação de tutela no caso Aerus

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Grandes guerreiros, é com imensa felicidade que informamos a concessão de uma nova antecipação de tutela no caso AERUS. O Desembargador Federal Daniel Paes Ribeiro, relator da Apelação da ação civil pública, determinou que a União passe a pagar os benefícios dos participantes assistidos do Instituto Aerus.

O Desembargador concedeu o prazo de 30 dias para o início dos pagamentos. Esse prazo começa a contar da data da intimação da União sobre essa decisão. Caso não cumprida dentro desse prazo, incidirá multa de R$ 100.000,00 (cem mil reais) por dia de descumprimento.

No final de 2012 afirmamos aqui no blog, que tínhamos algumas chances para retomar nossa antecipação de tutela. Esse pedido dirigido ao Relator da Apelação era um deles. Passaram-se quase dois anos, mas conseguimos retomar nossa antecipação de tutela.

Está na hora de uma mobilização geral para cobrarmos o cumprimento dessa decisão judicial.

Vamos em frente!

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jul 26 2014

Reuniões sobre o caso AERUS

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Durante esta semana que passou foram realizados encontros em cinco diferentes cidades para esclarecimentos jurídicos e políticos acerca da situação atual do caso Aerus. Os encontros foram organizados pela FENTAC, AAPT, Sindicato Nacional dos Aeronautas e demais sindicatos, contando com a organização das Comissões locais e com a presença do escritório Castagna Maia, representado pelo Dr. Lauro Thaddeu Gomes. Lamentavelmente não foi possível a presença do escritório no último encontro, ocorrido hoje em Recife.
Em todos os encontros houve uma boa participação dos interessados na causa. Buscou-se, inicialmente, fazer um histórico sobre os motivos que levaram ao ajuizamento da ação civil pública, o pedido de antecipação de tutela, enfim, todo o caminho já percorrido juridicamente até a situação atual e os próximos passos a serem percorridos.
Buscou-se ainda enfatizar que além do caminho jurídico, que continua sendo percorrido em todas as esferas, há ainda a luta política pelo acordo. Apesar do “não” momentâneo, a luta por um acordo deve continuar, concomitantemente às movimentações do poder judiciário, que sabemos, pode ser muito demorado. Foi salientada a importância da colaboração de todos, inclusive com ideias para os próximos movimentos a serem realizados.
Parabenizamos aos organizadores a agradecemos a todos os que puderam estar presentes.
A luta continua!

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mai 12 2014

Caso AEROS – VASP – nomeação de perito atuarial

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Conforme já comentamos aqui, o caso AEROS (Vasp) está um pouco mais atrasado que o caso AERUS (Varig).

O caso AEROS ainda está na primeira instância, aguardando perícia atuarial. Essa prova pericial permitirá elucidar os motivos das insuficiências do Fundo, demonstrando a responsabilidade da União. O Juízo havia nomeado um Perito com uma formação não compatível para atuar no caso. Ou seja, os principais quesitos não seriam respondidos pelo Perito, o que tornaria a perícia insuficiente. Solicitamos, então, sua substituição por profissional com formação em ciências atuariais.

O pedido foi finalmente atendido e nomeado um perito com formação em Atuária. O processo está nas mãos do novo perito para apresentar seus honorários. Após aceita a proposta, será realizada a perícia. Após a conclusão do trabalho haverá prazo para as alegações finais das partes e, por fim, será julgado o processo.

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mai 09 2014

Notícias

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Recentemente tivemos alteração importante nos processos que envolvem o caso AERUS. Com a nomeação do Desembargador Moreira Alves a Corregedor do Tribunal Regional Federal, os processos que estavam aos seus cuidados passaram para as mãos do Desembargador Federal Daniel Paes Ribeiro.

Será nossa tarefa agora apresentar nossas demandas ao novo Desembargador, expor a situação dos processos, mostrar os absurdos das negociações e renegociações de dívidas entre as patrocinadoras e o AERUS com o aval da União; apresentar a escandalosa retirada da 3ª fonte de financiamento, enfim, demonstrar a grave situação vivida por todos os participantes do Fundo. Esperamos, para além de uma resposta positiva, a celeridade que o caso requer.

Quanto ao tão esperado acordo, estamos acompanhando de perto o incessante trabalho da FENTAC, do SNA, da AAPT e dos demais Sindicatos da categoria na busca de viabilizar as negociações com o governo, e, principalmente, na busca da agilidade que a gravidade do caso requer. Muito embora o grande esforço que tem sido feito tanto pelos representantes da categoria, quanto pelos próprios participantes que têm comparecido às manifestações e acampamentos, não temos ainda uma resposta da União. O que sabemos é que há, efetivamente, um movimento interno do governo para apresentar uma proposta, que ainda não sabemos em que termos virá.

Não é hora de desistir. Vamos em frente!

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mar 17 2014

Julgamento da ação da 3ª fonte promovida pelo AERUS

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Estivemos, hoje pela tarde, acompanhando o julgamento da apelação do Fundo AERUS na causa por eles patrocinada contra a União, na qual pede indenização pela extinção da 3ª fonte de financiamento do Fundo. Foi mantida a sentença de primeiro grau pelos Desembargadores. Certamente haverá recurso do AERUS, já que possui ótimos argumentos para reverter essa decisão perante o Superior Tribunal de Justiça. A derrota parcial nessa causa não atrapalha em absolutamente nada o possível acordo, na medida em que a União encontra-se condenada, perante o STF, na causa da Defasagem Tarifária da VARIG, que foi dada em garantia para o Fundo AERUS.

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mar 13 2014

Vitória na Defasagem Tarifária

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Assistimos ontem o julgamento da ação de Defasagem Tarifária da VARIG no Plenário do STF. Momento único. Uma vitória maiúscula contra a União. Foram 5 votos a favor da VARIG e somente 2 votos contra. Escutamos, com apreensão, os votos contrários. Chegou-se a dizer que o caso da Varig não tinha relação com o do fundo de Pensão. Chegou-se a dizer que o problema do fundo de pensão era dos anos 2000 e o problema da Varig era dos anos 80. Argumentos de quem não leu, argumentos de quem não conhece os fatos do Fundo AERUS.

Então, para os que não leram ou que não quiseram entender, precisamos fazer um esclarecimento. Pode-se dizer que o Fundo AERUS começou a ser lesado em 1987, ano do primeiro contrato de retenção de contribuições previdenciárias elaborado entre VARIG e AERUS, com a chancela da União. O primeiro de 21 contratos de negociação de dívidas com a VARIG.

Qual era o cenário em 1987? Havia um congelamento tarifário que visava estancar a inflação do nosso país. O Problema é que as empresas aéreas possuíam (e ainda possuem) custos atrelados ao dólar. Ou seja, o dólar subia e aumentava os custos da empresa, enquanto, do outro lado, havia um congelamento de suas tarifas. Assim, as empresas aéreas estavam sufocadas por esse congelamento. Uma de suas atitudes foi a de reter as contribuições previdenciárias dos participantes e não repassar a contribuição patronal para tentar sobreviver. Esse ato foi autorizado pela SPC (União).

Ora, o Governo não cedia o aumento das tarifas, mas, por outro lado, autorizava a retenção das contribuições previdenciárias para o Fundo AERUS. Ou seja, quem pagou a conta? Hoje sabemos que os trabalhadores foram os principais prejudicados. Todos os vinte contratos de retenção de contribuições previdenciárias, negociação e renegociação de dívidas não tinham qualquer garantia oferecida pela VARIG, mas mesmo assim eram autorizados pela SPC. No último contrato, no ano de 2003, a VARIG entregou como garantia os créditos oriundos dessa ação de defasagem tarifária até o limite que saldasse o valor devido ao AERUS. Por esse motivo é que o AERUS tem interesse direto nessa ação. Por esse motivo é que a vitória da VARIG foi de suma importância para o AERUS.

Pois bem. Pode a União recorrer dessa decisão do STF? Pode, pois ainda cabem embargos de declaração. Porém, esse recurso não permite a rediscussão da matéria. É um recurso destinado a sanar omissões, contradições ou obscuridades ocorridas no julgamento. Os votos vencedores foram absolutamente técnicos, claros e diretos. Mesmo assim pode a União interpor embargos de declaração? Pode, e certamente o fará, mas não há chance de mudança no teor do julgamento. Se não houver interposição dos embargos de declaração ou quando eles forem julgados, haverá o trânsito em julgado do processo. Passo seguinte, deverá ser encaminhado para a 1ª instância, para iniciar a fase de execução, em que serão apurados os valores devido pela União.

Portanto, esse é o momento de pressionar o governo para o acordo. Essa vitória determina que mais cedo ou mais tarde a União terá que pagar essa dívida, mas é o acordo o caminho mais rápido. E todos sabemos que há URGÊNCIA.

O governo se equivocou ao acreditar que ganharia essa ação. A consequência é que pagará muito mais caro, inclusive pelo precedente que se criou, já que outras empresas prejudicadas durante o congelamento de preços poderão se utilizar desse precedente do caso VARIG. A insensibilidade do governo diante da necessidade urgente dos participantes do AERUS acabará sendo muito prejudicial. Ou seja, o tiro saiu pela culatra. Houve a concretização de uma condenação bilionária contra a União em um momento de muitas dúvidas econômicas dentro do Governo. E, importante lembrar que estamos em ano de eleição.

Por outro lado, essa condenação consagrou o que sempre tentamos demonstrar: o acordo sempre foi mais econômico para o governo. Salvar os participantes do Fundo AERUS é ainda muito mais vantajoso para a União do que esperar a execução dessa ação.

Não teremos um momento igual a esse para exigir um acordo. Com essa convicção, alguns aposentados do AERUS que acompanharam o julgamento no STF decidiram montar  acampamento no Salão Verde da Câmara dos Deputados e de lá só sairão com a formalização de uma proposta de acordo pela União.

Sem dúvida, ontem não se deu um passo, mas um grande salto para a resolução do Caso AERUS.

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