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	<title>Castagna Maia Blog</title>
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	<description>O primeiro blog de escritório de Advocacia no Brasil</description>
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		<title>A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DA UNESCO</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 03:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A Unesco, conforme dito abaixo, é um órgão DA ONU &#8211; Organização das Nações Unidas. E é um estudo da Unesco que condena a concentração da mídia, que afirma ser necessário assegurar a pluralidade. II Há poucos dias houve um pandemônio na imprensa brasileira em decorrência exatamente disso, da democratização da imprensa argentina. Lá, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Unesco, conforme dito abaixo, é um órgão DA ONU &#8211; Organização das Nações Unidas. E é um estudo da Unesco que condena a concentração da mídia, que afirma ser necessário assegurar a pluralidade. </p>
<p>II<br />
Há poucos dias houve um pandemônio na imprensa brasileira em decorrência exatamente disso, da democratização da imprensa argentina. Lá, foi aprovada uma lei que limita a concentração. Se tem TV não pode ter rádio, ou se tem rádio não pode ter jornal. Algo assim, parecido com isso, mas nem tão simples. Foi um Deus-nos-acuda. </p>
<p>III<br />
Na Venezuela, há poucos anos, uma concessão de televisão simplesmente não foi renovada. Lá, como aqui, canal de televisão é concessão do Estado. Nâo foi cassada antes, não foi rompida concessão, simplesmente não foi renovada. Foi um grande pandemônio, insuflado pelo restante da imprensa regional.</p>
<p>IV<br />
A concentração da imprensa resulta na ausência de diversidade de opiniões, na ausência de debate. Observe os &#8220;suspeitos de sempre&#8221; da Globo ou, melhor dizendo, os seus &#8220;especialistas de sempre&#8221; para qualquer assunto: para petróleo, o ex-genro de FHC; para quotas raciais, o sociólogo Demétrio Magnoli; para economia, Mailson da Nóbrega. Ou seja, é a velha opinião formada sobre tudo, sempre neoliberal.</p>
<p>V<br />
É o clubinho da grande imprensa, uns apoiando aos outros. É o grupo de 10 famílias que domina a comunicação no Brasil, a que esconde, inclusive, que o filho de um diretor da RBS em Santa Catarina esteve envolvido no estupro de uma menor. A notícia só veio à luz a partir do blog &#8220;tijoladas do mosquito&#8221;, de Santa Catarina. Até então, estava abafada. </p>
<p>VI<br />
Agora, enfim, é a Unesco quem trata desse assunto, da necessidade de desconcentrar. Aqui no Brasil houve, no ano passado, a Conferência Nacional onde a sociedade civil discutiu a comunicação. Foi brutalmente boicotada pelos jornalões. Agora, finalmente, o tema é abordado pela Unesco, mostrando que a civilização significa desconcentração, e que barbárie é o que acontece aqui, onde os poderosos, os monopolisas, é que bradam &#8220;liberdade, liberdade&#8221; para formar seus monopólios e excluir os demais.</p>
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		<title>UNESCO CONDENA CONCENTRAÇÃO DA MÍDIA</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 03:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Da excelente CARTA MAIOR &#8211; ____________________________________________ Estudo da Unesco condena a concentração da mídia Na avaliação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, o Estado deve impedir a concentração indevida no setor de mídia e assegurar a pluralidade. Para isso, diz estudo da entidade, governos podem adotar regras para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da excelente CARTA MAIOR &#8211;<br />
____________________________________________</p>
<p>Estudo da Unesco condena a concentração da mídia</p>
<p>Na avaliação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, o Estado deve impedir a concentração indevida no setor de mídia e assegurar a pluralidade. Para isso, diz estudo da entidade, governos podem adotar regras para limitar a influência que um único grupo pode ter em um ou mais setores. A organização afirma que os responsáveis pelas leis antimonopólio precisam atuar livres de pressões políticas. As autoridades devem ter, por exemplo, o poder de desfazer operações de mídia em que a pluralidade está ameaçada, defende a Unesco.</p>
<p>Agência Câmara</p>
<p>A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), lancou o estudo “Indicadores de desenvolvimento da mídia: marco para a avaliação do desenvolvimento dos meios de comunicação”. Segundo o documento da Unesco o Estado deve impedir a concentração indevida no setor de mídia e assegurar a pluralidade. “Os governos podem adotar regras para limitar a influência que um único grupo pode ter em um ou mais setores”, diz o estudo.</p>
<p>A organização afirma que os responsáveis pelas leis antimonopólio precisam atuar livres de pressões políticas. “As autoridades devem ter, por exemplo, o poder de desfazer operações de mídia em que a pluralidade está ameaçada”, destaca.</p>
<p>O estudo recomenda ainda a divisão equitativa das frequências de rádio e televisão entre as emissoras públicas, privadas e comunitárias, e entre as estações nacionais, regionais e locais.</p>
<p>Para a Unesco, a distribuição de concessões deve ser transparente e aberta ao público. “O processo deve ser supervisionado por órgão isento de interferência política ou interesses particulares”, afirma.</p>
<p>Na primeira categoria de indicadores proposta para avaliar a mídia de um país, a Unesco questiona se a liberdade de expressão e o direito à informação são garantidos por lei e respeitados na prática.</p>
<p>A publicação ressalta ainda a importância de se preservar a independência editorial e o sigilo das fontes jornalísticas. Além disso, conforme o texto, é preciso averiguar se a população e as organizações da sociedade civil participam da formulação de políticas públicas relativas à mídia.</p>
<p>A Unesco recomenda que o Estado não imponha restrições legais injustificadas à mídia e que as leis sobre crimes contra com a honra (como a difamação) imponham restrições o mais específicas possível para proteger a reputação dos indivíduos.</p>
<p>“Restrições à liberdade de expressão, o discurso do ódio, a privacidade, o desacato a tribunal e a obscenidade têm de ser definidas com clareza na lei e devem ser justificáveis em uma sociedade democrática”, diz o estudo.</p>
<p>Segundo o documento, a mídia não pode estar sujeita à censura prévia – ou seja, qualquer violação às regras para o conteúdo da mídia deve ser punida apenas após sua publicação ou divulgação.</p>
<p>Além disso, o Estado não deve tentar bloquear ou filtrar conteúdo da internet considerado sensível ou prejudicial. “Os provedores, sites, blogs e empresas de mídia na internet não têm a obrigação de registrar-se em um órgão público ou obter uma permissão dele”, informa.</p>
<p>Com relação ao sistema de rádio e televisão, a Unesco recomenda que haja às emissoras garantias legais de independência editorial contra interesses partidários e comerciais. O órgão regulador do setor também deve ser composto por integrantes escolhidos em processo transparente e democrático, e deve prestar contas à população.</p>
<p>Na terceira categoria de indicadores prevista no documento, a Unesco questiona se o conteúdo da mídia – seja ela pública, privada ou comunitária – reflete a diversidade de opiniões na sociedade, inclusive de grupos marginalizados.</p>
<p>A UNESCO também considera essencial para o fortalecimento da democracia o desenvolvimento da mídia comunitária; a capacitação dos profissionais da área; e o avanço da infraestrutura de comunicação, para recepção da radiodifusão, acesso a telefones e à internet.</p>
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		<title>ECT</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 02:59:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[No final do ano passado, estava em Porto Alegre e esperei em vão por um sedex dos correios. Eram medicamentos que estava precisando, remetidos de um laboratório de Brasília para Porto Alegre. A irresponsabilidade da ECT foi ao máximo. Não entregou medicação no prazo previsto, e nem 24 horas após, e nem 48 horas após. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final do ano passado, estava em Porto Alegre e esperei em vão por um sedex dos correios. Eram medicamentos que estava precisando, remetidos de um laboratório de Brasília para Porto Alegre. A irresponsabilidade da ECT foi ao máximo. Não entregou medicação no prazo previsto, e nem 24 horas após, e nem 48 horas após. Esperou passar o feriado de natal para fazer a entrega. E fiquei sem medicamentos importantes. O mais extraordinário ainda estava por vir: tentei fazer reclamação, mas para isso é necessário saber o CNPJ e, se não me engano, o tal número de conhecimento. Se não tiver esses dados, a reclamação não é aceita. Aí tentei reclamar disso junto à ouvidoria: da impossibilidade de fazer reclamação. E, evidentemente, não consegui. Não aceitaram. Responderam por escrito: não podemos processar sua reclamação porque não constou o CNPJ do remetente.</p>
<p>II<br />
A diretoria do Correio não só é incompetente, como busca esconder sua incompetência. Tem uma ouvidoria que não pode cumprir sua função porque pede dados absurdos, de regra não disponíveis para o destinatário. Há poucos dias vivi, novamente, o mesmo problema: o atraso na entrega de sedex. </p>
<p>III<br />
Já quis escrever sobre isso naqueles momentos e também quando vi propaganda enganosa do sedex na televisão. Há poucos dias vi a notícia de que o Presidente da República chamou a diretoria dos correios à responsabilidade. E teria sido dado um prazo para regularização dos serviços. Pelo visto, não houve a apresentação do planejamento determinado. </p>
<p>IV<br />
Agora à noite saiu a notícia: o presidente e um diretor da ECT foram demitidos. Já vão tarde. Talvez fosse o caso de uma demissão geral dos incompetentes da direção dos correios. Há longo tempo a direção dos correios vem sendo exercida tendo como critério primeiro a indicação política. Quando se congrega um critério assim a um corpo técnico eficiente, a entidade pode sobreviver. Quando a direção é meramente política e incompetente do ponto de vista administrativo, quem se desmoraliza é o governo. </p>
<p>V<br />
Veio, enfim, a decisão do Presidente da República. Veio tarde, mas veio. É preciso reorganizar o correio, profissionalizar uma instituição que já foi modelo, que criou uma escola superior de administradores. Foi dado o primeiro passo. </p>
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		<title>ARQUIVADA AÇÃO DE GILMAR MENDES CONTRA PAULO HENRIQUE AMORIM</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 02:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Blog Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim &#8211; ________________________________________________________ O Juiz Federal Luiz Renato Pacheco Chaves de Oliveira, da 4ª. Vara da Justiça Federal da Seção Judiciária do Estado de São Paulo, no dia 2 de julho de 2010, decidiu: “ARQUIVEM-SE” os autos de uma ação criminal que o presidente do Supremo Tribunal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do Blog Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim &#8211;<br />
________________________________________________________<br />
O Juiz Federal Luiz Renato Pacheco Chaves de Oliveira, da 4ª. Vara da Justiça Federal da Seção Judiciária do Estado de São Paulo, no dia 2 de julho de 2010, decidiu: “ARQUIVEM-SE” os autos de uma ação criminal que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes movia contra Paulo Henrique Amorim, Mino Pedrosa, Luiza Villaméa e Hugo Marques, da revista Istoé.</p>
<p>O motivo foram informações relacionadas a desdobramentos da Operação Satiagraha e a decisão de Mendes da dar dois Habeas Corpus a Daniel Dantas em 48 horas.</p>
<p>O Juiz Chaves de Oliveira acolheu a manifestação da Procuradora da República Adriana Scordamaglia, que pediu o arquivamento da ação. </p>
<p>Seguem-se trechos – brilhantes ! – da manifestação da Procuradora Scordamaglia:</p>
<p>“ … a Constituição fixa todos os critérios para assegurar a liberdade de imprensa, de informação e expressão. É que se mostra muito tênue a linha divisória entre calúnia, difamação e injuria e o direito de informar e se expressar.”</p>
<p>“… o artigo 220 da Carta Magna determina que a manifestação de pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão nenhuma restrição … o parágrafo 1º. do artigo 220 impõe limites à lei infra-constitucional, prescrevendo que não poderá conter dispositivo embaraçador da plena liberdade de informação jornalística…”</p>
<p>“Daí percebe-se o cuidado que se deve ter em separar aquilo que de fato é passível de responsabilização e aquilo que apenas se enquadra no direito de informação, expressão e jornalístico. Se assim não fosse, estaríamos retrocedendo à época da ditadura militar e teríamos de aceitar, ainda que de forma velada, o retorno da censura e blindagem de autoridades em relação ao trabalho jornalístico, privando os cidadãos de seu direito de livre acesso á informação. “</p>
<p>“Bem, tudo isso não passaria de mais uma celeuma jurídica, se não fosse por um motivo: o requerente, suposto ofendido, é um membro do Supremo Tribunal Federal que, não bastasse, votou favoravelmente à suspensão da Lei de Imprensa.”</p>
<p>“Tudo a patentear que Imprensa e Democracia, na vigente ordem constitucional brasileira, são irmãs siamesas. Uma a dizer para a outra, solene e agradecidamente, ‘eu sou quem sou para serdes vós quem sois’ (verso colhido em Vicente Carvalho, no bojo do poema ‘Soneto de Mudança’). Por isso que, em nosso país, a liberdade de expressão é a maior expressão de liberdade, porquanto o que quer que seja pode ser dito por quem quer que seja.”</p>
<p>“ … a Democracia avulta como síntese dos fundamentos da nossa República Federativa (‘soberania’, ‘cidadania’, ‘dignidade da pessoa humana’, ‘valores sociais do trabalho’ e da ‘livre iniciativa e pluralismo político’) e dos objetivos fundamentais desse mesmo Estado Republicano Federativo (‘construir uma sociedade livre, justa e solidária’, ‘garantir o desenvolvimento nacional’, ‘erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais’, ‘promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade, e quaisquer outras formas de discriminação’).” </p>
<p>“… a Democracia de que trata a Constituição de 88 é tanto indireta ou representativa … quanto direta ou participativa … além de se traduzir num modelo de organização estatal que se apóia em dois dos mais vistosos pilares: a) o da informação em plenitude e de máxima qualidade; b) o da transparência e ou visibilidade do poder. Por isso que emerge da nossa Constituição a inviolabilidade da liberdade de expressão e de informação … e todo um capítulo que é a mais nítida exaltação da liberdade de imprensa. (Capitulo V, Titulo VIII). </p>
<p>“… se a liberdade à informação for de relevante interesse social, o direito à vida privada deve ser afastado em detrimento do interesse publico-social dessa liberdade de informação plenamente definida e limitda.”</p>
<p>“ … no caso em tela o crime contra a honra estaria caracterizado caso houvesse, por parte do jornalistas, a intenção de denegrir a imagem do Supremo tribunal Federal, em especial do ministro Gilmar Mendes e de seus assessores (Vinte e oito assessores de Gilmar Mendes no STF assinam a ação – PHA), o que não restou comprovado … Não se vislumbrou a pratica de crimes contra a honra, mas apenas o exercício do direito de informação e expressão.”</p>
<p>“ … os mesmos fatos ora apurados foram alvo de criticas não apenas  pelos jornalistas aqui mencionados, mas por diversos outros, inclusive juristas renomados e autoridades públicas. E não faltaram reportagens questionando a atuação do ministro Gilmar Mendes, e a acrobacia feita para legitimar a competência do STF na análise do Habeas Corpus impetrado em favor do mencionado banqueiro (Daniel Dantas). Pergunta-se, então, se todos os críticos do governo deveriam ser processados e presos. A resposta, por óbvio, é não.”</p>
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		<title>O CONTINENTE</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 03:26:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Uribe, o atual Presidente da Colômbia, tentou mudar a Constituição para obter o terceiro mandato e não conseguiu. Elegeu, no entanto, seu sucessor, que ainda não tomou posse. O sucessor de Uribe já havia declarado sua vontade de buscar um convívio pacífico com a Venezuela. II No final de seu mandato, no entanto, Uribe resolveu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uribe, o atual Presidente da Colômbia, tentou mudar a Constituição para obter o terceiro mandato e não conseguiu. Elegeu, no entanto, seu sucessor, que ainda não tomou posse. O sucessor de Uribe já havia declarado sua vontade de buscar um convívio pacífico com a Venezuela. </p>
<p>II<br />
No final de seu mandato, no entanto, Uribe resolveu semear novamente a confusão com a Venezuela. Uribe abriu mão da soberania colombiana há tempos. Em seu governo, a Colômbia se transformou em mero apêndice dos Estados Unidos. Há pouco mais de um ano houve invasão armada da Colômbia ao território do Equador. Agora, o representantante da Colômbia na OEA resolve agredir a Venezuela e acusar aquele País de apoiar militarmente as FARC, a guerrilha colombiana. </p>
<p>III<br />
A Colômbia sofre com a guerrilha das FARC e também com os paramilitares. É a guerrilha de direita, apoiada por Uribe e também voltada ao narcotráfico. O primo de Uribe, senador Mário Uribe, está sendo investigado pela Suprema Corte daquele País. Na verdade, boa parte do governo colombiano está sendo investigado pela Supremo Corte, a mesma, por sinal, que afirmou ser impossível um terceiro mandato presidencial. </p>
<p>IV<br />
O narcotráfico já foi largamente utilizado pela CIA. O escândalo Irã-contras envolvia dinheiro do narcotráfico. No Afeganistão, os rebeldes que lutavam contra a invasão soviética recebiam apoio da CIA para sustentar a guerrilha a partir das plantações de papoula, de onde se extrai a heroína &#8211; aquele Afeganistão onde a CIA descobriu e treinou Bin Laden. Ou seja, é tradição da CIA financiar seus movimentos a partir do narcotráfico. E aqui, na América Latina, o narcotráfico ganhou força na era das ditaduras que macularam nosso continente nas décadas de 60 a 80. </p>
<p>V<br />
Agora, em sua saída, Uribe, cujo governo está sendo investigado, resolve agredir a Venezuela, tentando impedir que seu sucessor leve adiante o projeto de normalizar as relações entre os dois países. </p>
<p>VI<br />
A grande imprensa brasileira, é claro, resolve apoiar a ultradireita colombiana, o presidente que sai. É a mesma grande imprensa que resolveu ignorar a notícia de que os dois maiores exportadores de Cocaína, atualmente, são o México e o Peru. Ou seja, dois países governador pela direita. É a mesma imprensa que se prestou a agredir a Bolívia, há poucos dias, fazendo coro com um candidato a Presidente da República que andou querendo criar problemas com os vizinhos. </p>
<p>VII<br />
A América Latina está sob tensão, mais uma vez. Mais uma vez, há pressão dos EUA. A Colômbia de Uribe quer se comportar como Israel: o filho marginalzinho e mimado dos EUA. Por isso é preciso ter calma, por isso é preciso impedir que a imprensa transforme uma situação grave como essa em mais um chamado à intervenção dos EUA no continente.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A DIFERENÇA</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 02:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vergonha a discrepância das pesquisas divulgadas no fim de semana. O instituto mineiro dá uma vantagem de 8 pontos para Dilma. O instituto paulista dá 1 ponto de vantagem para Serra, em empate técnico. Ou seja, é uma vergonha essa diferença, e precisa ser investada pela Justiça Eleitoral.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vergonha a discrepância das pesquisas divulgadas no fim de semana. O instituto mineiro dá uma vantagem de 8 pontos para Dilma. O instituto paulista dá 1 ponto de vantagem para Serra, em empate técnico.<br />
Ou seja, é uma vergonha essa diferença, e precisa ser investada pela Justiça Eleitoral. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O DIREITO DE REPRESENTAR CONTRA PROCURADOR</title>
		<link>http://www.castagnamaia.com.br/blog2/2010/07/o-direito-de-representar-contra-procurador/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 20:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Completamente esdrúxula a declaração do Procurador Geral da República a propósito da anunciada representação do PT contra a Vice-Procuradora Geral Eleitoral Dra. Sandra Cureau. A Representação está prevista em lei. É direito de quem foi prejudicado. O Procurador Geral da República é o destinatário da Representação, que será encaminhada ao Conselho Superior do Ministério Público. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Completamente esdrúxula a declaração do Procurador Geral da República a propósito da anunciada representação do PT contra a Vice-Procuradora Geral Eleitoral Dra. Sandra Cureau. A Representação está prevista em lei. É direito de quem foi prejudicado. O Procurador Geral da República é o destinatário da Representação, que será encaminhada ao Conselho Superior do Ministério Público. </p>
<p>II<br />
A Representação é um direito de quem se sente prejudicado, e pronto. Não é um jogo de compadrio, que comportasse um aconselhamento para &#8220;não ser indelicado&#8221;, ou coisa assim. E pior ainda é que a declaração parte de quem deve zelar, sempre, pela boa conduta do Ministério Público Federal. E ainda mais: o Ministério Público é o fiscal da lei, inclusive de sua própria conduta frente a lei. </p>
<p>III<br />
Cabe, pois, ao Procurador Geral da República receber, tão somente a Representação e ZELAR para que todos possam exercitar seus direitos, inclusive contra atos de membros do Ministério Público Federal. </p>
<p>IV<br />
Imagine você comparecer à Corregedoria da Polícia para pedir providências contra um policial, por exemplo, e o Corregedor entender que “não é oportuno”, ou que “não é de bom tom” representar contra o policial. Ora, o Procurador Geral da República errou escancaradamente, à luz de todos, tratando o tema como se fosse jogo de compadrio, e não uma queixa de quem se sente prejudicado. Já deve ter refletido e concluído que foi infeliz. </p>
<p>V<br />
A lei prevê, de outra parte, a possibilidade de se arguir a suspeição até mesmo de magistrado. Há aqueles, menos desenvolvidos intelectualmente ou absolutamente repletos de vaidade, que sentem ofendidos mesmo com a mais respeitosa das peças de exceção de suspeição. A regra, no entanto, não é essa. Trata-se de uma faculdade prevista no Código de Processo Civil. Havendo indícios de que o magistrado possa agir de forma desequilibrada, é possível arguir sua suspeição. </p>
<p>VI<br />
O caso do Procurador Geral da República é mais grave. Ele é o destinatário da Representação, e nunca poderia dar esse tipo de declaração criticando o mero exercício do direito de Representação contra autoridade pública. Não se trata, frise-se, de situação cotidiana, mas do direito de qualquer um &#8211; seja cidadão, seja partido político &#8211; de representar contra uma autoridade pública. E outra autoridade, a que deveria zelar pelo perfeito cumprimento da lei, resolve aconselhar o que se sentiu agredido a nada fazer a respeito. É um desserviço à cidadania. Parece que há uma espécie de “Síndrome Índio da Costa” que vem fazendo emergir esse tipo de declaração. </p>
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		</item>
		<item>
		<title>NOTA DO DIAP SOBRE EMAIL DO 13º</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 15:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O DIAP é o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, entidade que atua no Congresso Nacional em defesa de trabalhadores e aposentados. Abaixo, a nota do DIAP sobre um email que andou circulando sobre o suposto fim do 13º salário. ___________________________________________________________ NOTA DO DIAP Mais uma vez volta a circular na internet uma &#8220;informação&#8221; que desinforma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O DIAP é o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, entidade que atua no Congresso Nacional em defesa de trabalhadores e aposentados. Abaixo, a nota do DIAP sobre um email que andou circulando sobre o suposto fim do 13º salário.<br />
___________________________________________________________<br />
NOTA DO DIAP</p>
<p>Mais uma vez volta a circular na internet uma &#8220;informação&#8221; que desinforma e desorganiza o debate no movimento sindical. Trata-se de mensagem eletrônica que diz que foi aprovado na Câmara dos Deputados o fim do 13º salário.<br />
A notícia é falsa. Diante de várias consultas feitas à assessoria parlamentar do DIAP, decidimos veicular novamente esta informação para lançar luz às desinformações sobre o &#8220;fim do 13º salário&#8221; e outros direitos dos trabalhadores. </p>
<p>No final de março de 2006, a assessoria parlamentar do DIAP, informou por meio da agência de notícias do órgão, que a aprovação do fim do 13º pelo Congresso era e é falsa, reafirmamos. </p>
<p>A mensagem é veiculada em períodos pré-eleitorais, a fim de desmoralizar o Congresso.</p>
<p>A proposição que mais se aproximava disso, o PL 5.483/01, enviado ao Congresso pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, tinha por finalidade flexibilizar a CLT, mediante modificação no artigo 618, para permitir a prevalência do negociado sobre o legislado. </p>
<p>Ou seja, o projeto autorizava que a negociação coletiva pudesse reduzir ou eliminar direitos trabalhistas. Mas aquele projeto, que havia sido aprovado na Câmara e aguardava votação conclusiva no Senado, foi retirado de tramitação pelo Governo Luiz Inácio Lula da Silva logo no primeiro ano do primeiro mandato, portanto em 2003. </p>
<p>Resistência na Comissão de Trabalho<br />
O projeto, elaborado na gestão do ex-ministro do Trabalho e Emprego, ex-deputado e atual senador Francisco Dornelles (PP/RJ), apesar da grande resistência do movimento sindical e da luta do então deputado e atual senador Paulo Paim (PT/RS), foi aprovado na Câmara e enviado para apreciação do Senado. Nesta Casa, a matéria ainda chegou a tramitar sob o número de PLC 134/01. </p>
<p>A resistência e combate ao projeto na Comissão de Trabalho da Câmara foram implacáveis; a ponto de a matéria não ser aprovada no colegiado. O que obrigou o presidente da Câmara à época, deputado Aécio Neves (PSDB/MG), a avocar [chamar para si] o projeto para votação diretamente no plenário da Casa. </p>
<p>Entretanto, o presidente Lula, que havia assumido o compromisso de sustar a tramitação do projeto, enviou a Mensagem 78/03, pedindo o arquivamento do PLC 134. Assim, em sessão do dia 10 de abril de 2003, a mensagem foi lida e aprovada pelo plenário do Senado, sendo o projeto definitivamente arquivado. </p>
<p>O Senado Federal, por intermédio do Oficio 594, de 8/05/03, endereçado ao ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, encaminhou a Mensagem 60/03 (SF), ao Excelentíssimo Senhor presidente da República, participando sobre o arquivamento do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 134. A &#8220;notícia&#8221;, portanto, é falsa!</p>
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		<title>O &#8220;INVESTIMENTO&#8221; DO ESTADÃO</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 01:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois o conservador &#8220;O Estado de São Paulo&#8221;, o jornal do baronato paulista, está em franco investimento, o que deveria ser bom. É a nossa &#8220;imprensa livre&#8221;, ainda que do baronato, a se modernizar. II Paulo Henrique Amorim chama a atenção, hoje, para o fato. É o mesmo Estadão que resolve criticar a construção da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois o conservador &#8220;O Estado de São Paulo&#8221;, o jornal do baronato paulista, está em franco investimento, o que deveria ser bom. É a nossa &#8220;imprensa livre&#8221;, ainda que do baronato, a se modernizar. </p>
<p>II<br />
Paulo Henrique Amorim chama a atenção, hoje, para o fato. É o mesmo Estadão que resolve criticar a construção da usina de Belo Monte em editorial intitulado &#8220;A Estatal Belo Monte&#8221;. Critica o dinheiro público que lá será investido. </p>
<p>III<br />
E aí está a curiosidade: é que na &#8220;ampliação de investimento&#8221; do Estadão, tão festeja,da há 19,8 milhões de reais obtidos via FINEP &#8211; Financiadora de Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia. Ou seja, o investimento do Estadão é feito com o tão abominável dinheiro público. </p>
<p>IV<br />
Para aposentados, não. Para uma hidrelétrica que irá impedir um novo apagão, não. Para levar a internet de alta velocidade a todo o Brasil, não. Para o trem bala, não. O Estadão é contra tudo isso. Só não é contra dinheiro público no seu &#8220;investimento&#8221;. </p>
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		<title>&#8220;CEM MILHÕES DE PESSOAS RECEBEM DO GOVERNO&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 00:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Globo de hoje, domingo, chegou a superar aquele que comentei anteriormente. A principal manchete é impressionante, mais uma vez: diz &#8220;100 milhões de pessoas recebem recursos do governo&#8221;. E, no subtítulo, reafirma que &#8220;metade da população recebe recursos do governo&#8221;. II Para chegar a essa conta absurda, onde metade da população recebe recursos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Globo de hoje, domingo, chegou a superar aquele que comentei anteriormente. A principal manchete é impressionante, mais uma vez: diz &#8220;100 milhões de pessoas recebem recursos do governo&#8221;. E, no subtítulo, reafirma que &#8220;metade da população recebe recursos do governo&#8221;. </p>
<p>II<br />
Para chegar a essa conta absurda, onde metade da população recebe recursos do governo, o Globo soma tudo: desde o pagamento a funcionários públicos pelo trabalho que desenvolvem, passando pelo pagamento a pensionistas, a beneficiários de programas sociais. O mais impressionante: O Globo inclui nessa conta O VALOR DAS APOSENTADORIAS PAGAS PELO INSS.</p>
<p>III<br />
Ora, as pessoas contribuem durante toda a vida &#8211; e, de regra, contribuem sobre uma base muito maior do que a que será utilizada para cálculo da sua aposentadoria &#8211; e são incluídas na conta dos que &#8220;recebem recursos do governo&#8221;. Ora, a sua aposentadoria, para a qual você contribuiu durante toda a vida, é &#8220;benefício&#8221; recebido do governo? </p>
<p>IV<br />
É assim, com base na deturpação, que O Globo vai semeando a idéia de que é preciso reduzir &#8220;gastos&#8221; do governo. Aí entra, então, a demissão de funcionários públicos, inclusive fiscais do trabalho e da saúde, inclusive médicos, inclusive professores. Entra a proposta de reajustamento pífio das aposentadorias, de aumento da idade mínima para aposentadoria. Ou seja, a partir de um raciocínio assustador desses &#8211; nesse caso, ridículo &#8211; de que metade do povo brasileiro recebe dinheiro do governo, O Globo abre espaço para tudo, para seu discurso de que é preciso reduzir drasticamente o tamanho do Estado. </p>
<p>V<br />
E há quem acompanhe esse discurso. E há quem não se dê conta de que esse discurso é exatamente o que irá impedir o melhor reajuste das aposentadorias, que irá rebaixar pensões, o que irá fazer cair a qualidade do ensino, a fiscalização de medicamentos e alimentos. </p>
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